Cooperativismo
Em SP, Eloizio Lopes traça panorama da Câmara Setorial da Mandioca no país
Presidente foi um dos convidados do Coopershow desta quinta (29)
O alagoano Eloizio Lopes, presidente da Câmara Setorial da Mandioca do Governo Federal, marcou presença no Coopshow nesta quinta (29) e traçou um panorama nacional do setor. Eloizio foi um dos convidados do podcast do evento, que acontece em São Paulo, uma das regiões mais produtivas do tubérculo no Brasil, e é produzido pela Coopermota, que atende os agricultores da zona rural das regiões de Cândido Mota e Palmital.
Eloizio destacou a importância do evento e da integração de outros estados com um dos maiores polos de produção da mandiocultura no Brasil. O presidente também falou da pretensão de ampliar o leque de cooperativas presentes no Coopershow. Um de seus primeiros atos, após a eleição para o cargo federal, foi visitar a anfitriã do evento e, de acordo com Eloizio, “ficou satisfeito com o que viu”.
“Acho que a mandiocultura tem que aproveitar este momento da Coopershow para se integrar, não só trazer o estado de São Paulo como também outros estados onde a cultura tem relevância. Aqui tem muito trabalho, principalmente nos institutos, como o IAC (Insistuto Agronômico), que tem um trabalho forte na cultura da mandioca”, declarou.
Eloizio também destacou a importância da sua experiência enquanto dirigente da União das Cooperativas de Agricultura Familiar e Economia Solidária em Alagoas (Unicafes-AL) para compreender as demais cadeias produtivas do cooperativismo, e falou sobre planos de uma futura articulação com a Coopermota.
“Eu estou em um ambiente cooperativo no meu estado em que têm várias cadeias produtivas coincidentes com as que encontrei no Coopershow. Estou articulando com o presidente uma missão para que a gente traga cooperativas do estado de Alagoas para cá”, revelou.
Por fim, o alagoano também destacou a importância da renovação no setor, principalmente a partir da inserção de jovens no campo da pesquisa e refletiu sobre o papel dos institutos para o futuro do setor.
“Precisa ter renovação. Os institutos têm uma importância muito grande porque eles são focados, diferente de você fazer uma pesquisa acadêmica na universidade. A Universidade também é um campo importante, mas a gente acredita que a preservação de instituições como o IAC, o ITR e a Embrapa - vamos ter a inauguração de uma unidade agora em Alagoas -, são especializados no desenvolvimento permanente. A gente não pode deixar de fortalecer e ter a renovação destes institutos”, concluiu.
Assista a entrevista na íntegra clicando aqui.


