Turismo

Temporada de cruzeiros deve injetar R$ 131,9 milhões na economia de Maceió

Temporada começou nesta sexta-feira (30) e segue até abril de 2027

Por Esther Barros 31/10/2026 07h07
Temporada de cruzeiros deve injetar R$ 131,9 milhões na economia de Maceió
. - Foto: Reprodução

Maceió inicia a temporada de cruzeiros 2026/2027 com expectativa de movimentar R$ 131,9 milhões na economia local. A projeção considera a oferta de aproximadamente 137 mil leitos em navios que terão a capital alagoana como um dos portos de embarque e desembarque durante o período, iniciado nesta sexta-feira (30) e previsto para seguir até 9 de abril de 2027.

A estimativa coloca Maceió entre os destinos brasileiros com participação relevante na atividade de cruzeiros. No Nordeste, a capital alagoana aparece atrás apenas de Salvador nas projeções de oferta de leitos e impacto econômico para a temporada.

Para quem visita a cidade durante as escalas, a passagem dos navios representa uma oportunidade de conhecer os atrativos da capital em períodos mais curtos. Entre os passeios procurados estão as praias de Pajuçara, Ponta Verde e Jatiúca, além do Centro Histórico e do bairro do Jaraguá.

A movimentação também alcança diferentes segmentos da cadeia turística. Transportes, restaurantes, comércio, guias de turismo, receptivos e prestadores de serviços podem ser beneficiados com a circulação de passageiros e tripulantes.

Temporada terá oito navios na costa brasileira


Ao todo, oito navios estarão dedicados à navegação pela costa brasileira, um a mais que no ciclo anterior. Os portos de embarque e desembarque incluem Santos, Rio de Janeiro, Salvador, Maceió, Itajaí, Balneário Camboriú e Paranaguá.

O Ministério do Turismo estima que a temporada brasileira poderá movimentar R$ 4,72 bilhões e gerar mais empregos que o ciclo anterior, quando foram registrados 72 mil postos de trabalho diretos, indiretos e induzidos.

Outro dado que chama a atenção é o crescimento da participação de estrangeiros entre os passageiros de cruzeiros. O percentual passou de 16,1% na temporada 2024/2025 para 23,9% em 2025/2026, ampliando a oportunidade de exposição dos destinos brasileiros ao mercado internacional.