Política

Davi Maia e Léo Loureiro confirmam entrada na chapa da Federação Brasil

Políticos não apenas confirmaram que disputarão a eleição pela Federação como também já acertaram filiação ao PV

Por Blog do Edivaldo Júnior 19/01/2026 17h05
Davi Maia e Léo Loureiro confirmam entrada na chapa da Federação Brasil
Davi Maia é um dos políticos que confirmaram entrada na chapa - Foto: Reprodução

A Federação Brasil — formada por PT, PV e PCdoB — entrou em uma nova fase na montagem da chapa de deputado estadual para 2026. Com a confirmação de Davi Maia e Léo Loureiro, dois ex-deputados estaduais com densidade eleitoral comprovada, a estratégia agora é fechar a "porta" com quem já está dentro e trabalhar para eleger três parlamentares.

Davi Maia e Léo Loureiro não apenas confirmaram que disputarão a eleição pela Federação como também já acertaram filiação ao PV. Ambos estão em pré-campanha, buscando apoios no interior e na capital.

Com eles, a chapa passa a ter um desenho praticamente definido. Além dos dois ex-deputados, integram o núcleo principal os atuais parlamentares Silvio Camelo (PV) e Ronaldo Medeiros (PT), favoritos à reeleição, além de Charles Herbert (PCdoB), Teca Nelma (PT) e outros nomes que já vinham sendo trabalhados nos bastidores.

A expectativa agora gira em torno de mais um reforço de peso: o secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Judson Cabral. Ex-deputado estadual e com bom histórico eleitoral, ele é visto como um nome que pode elevar ainda mais o patamar competitivo da chapa. As conversas avançam e passam diretamente por entendimentos com o governador Paulo Dantas.

Internamente, a avaliação é que, com esse desenho, a Federação Brasil atinge o ponto de equilíbrio necessário para disputar três vagas com competitividade real. Silvio Camelo e Ronaldo Medeiros entram como favoritos naturais à reeleição. A terceira vaga, no cenário atual, seria disputada entre nomes como Davi Maia, Léo Loureiro, Charles Herbert, Teca Nelma e, caso confirme a entrada, Judson Cabral.

Por isso mesmo, cresce dentro da Federação a disposição de “fechar as portas” para novas filiações à chapa de estadual. A lógica é simples: evitar pulverização de votos, preservar o quociente interno e manter a disputa concentrada entre nomes com densidade eleitoral comprovada.