Polícia

Grávida é sequestrada, morta a facadas e tem bebê arrancado do útero

María Camila Potosí, de 21 anos, desapareceu a caminho de consulta pré-natal; suspeita principal é mulher que ela havia conhecido em programa de apoio a gestantes

Por Redação com agências 27/07/2026 12h12
Grávida é sequestrada, morta a facadas e tem bebê arrancado do útero
Grávida é sequestrada, morta e tem bebê retirado do útero - Foto: Reprodução

Um crime brutal chocou a cidade de Cáli, na Colômbia, depois que uma jovem grávida de oito meses foi sequestrada, assassinada e teve o bebê retirado à força de seu corpo. María Camila Potosí, de 21 anos, saiu de casa no dia 16 de julho para uma consulta pré-natal e nunca mais voltou.

O marido de María Camila registrou o desaparecimento assim que percebeu que ela não havia retornado da consulta. Quatro dias depois, em 20 de julho, o corpo da jovem foi encontrado a cerca de seis quilômetros de sua casa, enrolado em lençóis e escondido sob uma pilha de cobertores.

Ao levantar o material, os policiais constataram a gravidade do crime: María Camila havia sido esfaqueada diversas vezes, e o bebê que ela carregava havia sido retirado de seu útero e permanecia desaparecido. O corpo da vítima ainda apresentava mãos e pés amarrados, além de sinais evidentes de tortura.

Suspeita conheceu vítima em programa de apoio a gestantes


As investigações apontam que María Camila foi vista pela última vez na garupa de uma motocicleta conduzida por uma mulher que ela havia conhecido dois meses antes, por meio de um programa local voltado ao apoio de gestantes. Essa mulher já apresentou versões contraditórias às autoridades e segue como principal foco da investigação policial.

Busca pela criança continua


Até o momento, a polícia colombiana ainda não localizou o bebê retirado do corpo de María Camila. A mãe da vítima, Alba Gomez, fez um apelo emocionado pedindo que a neta, batizada por ela como Alahia, seja encontrada com vida.

Em declaração à emissora colombiana RCN Noticias, Alba Gomez expressou a esperança que mantém apesar da tragédia.

"A única coisa que peço com este apelo, e com a fé esperançosa de que minha bebê esteja viva, é que ela seja encontrada."