Polícia
"Narrativa fantasiosa e mentirosa", diz advogado de Marcello Gusmão, acusado de incendiar apartamento da ex
Welton Roberto, advogado do acusado, afirmou, em coletiva nesta quarta-feira (12), que caso se tratou de uma série de acontecimentos fáticos
Em coletiva de imprensa concedida nesta quarta-feira (12) Marcello Gusmão e seu advogado Welton Roberto falaram sobre as acusações de envolvimento de Marcello com o incêndio que atingiu o apartamento de sua ex-namorada, no bairro da Ponta Verde, no último sábado (8). De acordo com o advogado, a acusação contra seu cliente é parte de uma narrativa fantasiosa montada a partir de uma série de acontecimentos fáticos.
A acusação da ex-companheira de Marcello, a empresária Mariana Maia, diz que o incêndio começou a partir do fogo supostamente colocado por Marcello em uma mala de viagem, para impedir que a mulher embarcasse para a Itália.
"Eu vou me adiantar com tudo que nós já temos em favor do Marcelo e encaminhar pra Justiça todas essas provas que nós temos, da ausência de motivos, ausência de confusão, da ideia que a passagem foi comprada no app de Marcello e que mesmo depois dessa confusão toda ele entregou para advogada dela a senha para ela remarcar a passagem, então essa construção, essa narrativa de que tudo aconteceu porque o Marcello ficou irritado e não queria que ela viajasse é mentirosa.
Welton afirma que em momento nenhum Marcello tentou impedir a viagem, mas que a ex-sogra e Mariana estavam com raiva por ele não ir na viagem, pois em sua percepção “elas estavam contando com ele para bancar a viagem”, tendo em vista que a mãe de Mariana deu a entender que ela estava sem recursos para bancar a estadia na Europa.
"Marcelo não teria como ter colocado fogo no apartamento uma vez que ele sai de 4h10 do apartamento, 40 minutos antes do incêndio [...] e que todas essas alegações são uma narrativa construída em cima de um castelo de areia para transformar a imagem do acusado em um monstro", declarou Roberto.
A linha de defesa será definida, segundo o advogado, após o laudo pericial que vai apontar as causas do incêndio.
O defensor questionou se um suposto incendiário iria avisar às pessoas que estavam em casa que ele estava presente, como teria feito Marcello ao falar com o irmão de Mariana, antes das chamas tomarem o apartamento.
“Ela está tentando juntar peças para dizer que isso aconteceu por causa da discussão [que os envolvidos tiveram em uma boate local antes do fato]”. O advogado diz e acrescenta “uma coisa é você acreditar que aquilo aconteceu, outra é ter acontecido”.
Sobre a discussão anterior ao incêndio, o advogado também negou que Marcello desferido golpes contra o carro de Mariana e que, de acordo com ele, ela não possui carteira de habilitação, e o acusado também não tinha como saber que ela estava de carro, pois no mesmo dia ela havia pedido para que ele lhe desse caronas para suas atividades cotidiana.
*Estagiária sob supervisão
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