Polícia
Estudante de medicina, ex-PM alagoano é preso em Olinda e apontado como líder de facção
Segundo a Polícia Federal (PF), ele tem 38 anos, é ex-segundo-tenente da Polícia Militar (PM)
Ex-segundo-tenente da Polícia Militar (PM) e estudante do 6º período de medicina, Domingos Terêncio Correia de Neto, de 38 anos, foi preso em Olinda por suspeita de lavagem de dinheiro, estelionato e participação de organização criminosa. A prisão aconteceu em um apartamento localizado em Bairro Novo, no município pernambucano, no dia 14 de março. A prisão foi divulgada somente na manhã desta quinta-feira (23).
Domingos Terêncio foi expulso da Polícia Militar de Alagoas no dia 24 janeiro deste ano, mas o motivo não foi divulgado. A prisão do ex-PM aconteceu durante a Operação Face Oculta, que apreendeu correntes, anéis e uma quantia não informada de reais, euros e dólares, além de quatro armas, dois celulares, um tablet e um carro.
Através das investigações realizadas, foi descoberto que o ex-militar é ex-cunhado de Erik da Silva Ferraz, apontado como líder da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), morto em um condomínio de luxo dentro de Maceió em confronto com a Polícia Federal, em 2017.
As investigações apontaram também que o ex-PM assumiu a chefia da facção criminosa desde então. Se for comprovada a veracidade das informações, e ele for condenado, pode receber uma pena de até 23 anos de prisão, a depender do grau de participação nos crimes investigados.
Operação Face Oculta
A Operação Face Oculta I e II foi deflagrada para desarticular uma organização criminosa em Alagoas. Dos 22 mandados expedidos, seis foram de prisão e 16 de busca e apreensão, sequestro de bens e bloqueio de contas e ativos financeiros dos investigados.
Em Pernambuco, foram cumpridos um mandado de prisão preventiva e um de busca e apreensão. Os outros mandados foram expedidos para serem cumpridos em cidades como:
Maceió;
Marechal Deodoro (AL);
Penedo (AL);
Natal;
Fernandópolis (SP);
São José do Rio Preto (SP).
As investigações feitas pela PF revelaram que um esquema criminoso que havia sido reprimido em 2017, voltou a ser praticado, dessa vez, por outros meios.
*Com informações da Tribuna Hoje
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