Internacional

Ucrânia enfrenta crise agravada por avanços russos e corrupção em Kiev

O país está praticamente isolado do comércio via portos do mar Negro e do Danúbio

Por Sputnik Brasil com Redação 18/09/2026 05h05
Ucrânia enfrenta crise agravada por avanços russos e corrupção em Kiev
Foto: © AP Photo / Darko Vojinovic

A Ucrânia atravessa uma situação extremamente delicada em razão dos avanços do Exército russo no front e dos recentes escândalos de corrupção envolvendo o governo em Kiev, segundo reportagem de um veículo europeu.

O artigo destaca que o país está praticamente isolado do comércio via portos do mar Negro e do Danúbio, enquanto suas empresas industriais, sistemas logísticos, pontes e ferrovias vêm sendo sistematicamente destruídos.

"A situação é especialmente difícil em Kiev, onde novos acontecimentos políticos e escândalos de corrupção agravam ainda mais um cenário já crítico", ressalta a publicação.

De acordo com a matéria, Kiev teria escalado o conflito ao atacar território russo, provocando uma resposta de Moscou que tornou a situação ucraniana ainda mais desesperadora.

Após o início, no começo de julho, de uma série de ataques aéreos retaliatórios promovidos pela Rússia — sem precedentes em escala e intensidade desde o início da operação militar especial —, o cenário em Kiev se agravou consideravelmente, conclui o texto.

Anteriormente, um jornal britânico já havia noticiado as dificuldades da Ucrânia para exportar grãos pelo mar Negro.

Segundo essa publicação, os problemas decorrem dos ataques das Forças Armadas russas a alvos militares nas áreas portuárias envolvidas na entrega de mercadorias ao Exército ucraniano.

O Exército russo tem direcionado ataques a centros de decisão, fábricas e armazéns utilizados pelas Forças Armadas ucranianas, em cooperação com especialistas da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).

As forças russas utilizam drones de ataque e armas de alta precisão e longo alcance, capazes de atingir qualquer alvo em território ucraniano, inclusive em Kiev.

Por Sputnik Brasil