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Racha entre família e amigos gera dois documentários sobre Preta Gil
Produções distintas foram lançadas no primeiro aniversário de sua morte
No primeiro aniversário da morte de Preta Gil, duas produções distintas em formato de documentário foram lançadas para homenagear a cantora. A divisão surgiu de divergências entre familiares e amigos, que seguiram caminhos diferentes para contar sua história.
Segundo apuração do portal LeoDias, o racha aconteceu durante o desenvolvimento dos projetos. Flora Gil conduziu “Meu Nome é Preta”, produção centrada nos depoimentos da família, que estreou em 20 de julho e terá episódios semanais até 8 de agosto, data em que a artista completaria mais um aniversário.
Já os amigos da cantora ficaram responsáveis por “Preta: Eu Não Ando Só”, produção do Globoplay que, de acordo com informações, era um desejo manifestado pela própria Preta Gil em vida. O documentário reúne pessoas próximas que acompanharam sua trajetória e optaram por uma abordagem diferente da familiar.
Nos bastidores, a falta de alinhamento entre os dois grupos é apontada como o principal motivo para que a vida de Preta Gil fosse retratada em duas obras independentes, cada uma sob uma perspectiva distinta.

