Polícia
Ifal afirma que preso na Operação Face Oculta não integra corpo docente
Instituto esclareceu que investigado atuava como terceirizado da Alerta Serviços
O Instituto Federal de Alagoas (Ifal) divulgou nesta sexta-feira, 24 de julho, uma nota oficial sobre a Operação Face Oculta. A instituição esclareceu que o homem preso não faz parte do quadro de professores, mas prestava serviços terceirizados por meio da empresa Alerta Serviços.
De acordo com o Ifal, o investigado trabalhava como psicopedagogo, oferecendo atendimento educacional especializado no campus Benedito Bentes. A nota foi publicada após a repercussão da operação, deflagrada pela Polícia Civil de Alagoas na última quarta-feira, 22 de julho, quando informações iniciais apontavam que o suspeito seria servidor da instituição.
O Ifal reforçou seu compromisso com ética, transparência e integridade na gestão pública.
A Operação Face Oculta levou à prisão preventiva de dois homens acusados de crimes sexuais contra crianças e adolescentes. Entre eles, um professor de música suspeito de abusar de uma adolescente durante anos e o prestador de serviços que atuava no Ifal, investigado por estupro de vulnerável contra uma criança de dois anos, além de armazenamento e compartilhamento de material de abuso sexual infantojuvenil. As investigações estão sob responsabilidade da Delegacia de Crimes Contra a Criança e o Adolescente (DCCAA).

