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“Somos todos América”: Bad Bunny faz história no Super Bowl
Confira os melhores momentos da apresentação do artista
“Juntos, somos América”. A frase, cheia de identidade, resume o que foi a apresentação de Bad Bunny durante o show de intervalo do Super Bowl: uma declaração de amor cultural e diversa a todo um continente, de norte a sul.
Apenas uma semana depois de ser o primeiro artista a ganhar o Grammy de Álbum do Ano com uma obra cantada inteiramente em espanhol, Bad Bunny trouxe para o palco mais assistido do mundo participações especiais de peso e momentos cheios de significado.
A apresentação já é a mais assistida da história do evento, com 135.4 milhões de espectadores.
Confira alguns destaques:
1 - Abertura
O cenário era tradicional de Porto Rico, mas facilmente reconhecido por toda a América Latina. Bad Bunny trouxe para o palco do SuperBowl as ruas onde cresceu.

2 - Casita
Tradicional em sua turnê DeBÍ TiRAR MáS FOTos, a “Casita” é um espaço VIP que remete às construções tradicionais de Porto Rico onde outros famosos assistem ao show no palco.
Cardi B, Karol G, Pedro Pascal e Jessica Alba foram alguns dos nomes que estiveram presentes no SuperBowl.

3 - Convidados especiais
Como já é tradição no SuperBowl, Bad Bunny trouxe outros artistas para se apresentarem no palco mais assistido do mundo. Ele mesmo já participou de dois.
Lady Gaga foi sua primeira convidada. A cantora italiana - de quem Bunny é fã assumido - cantou uma versão em salsa do smash hit “Die With A Smile”, sua parceria com o cantor Bruno Mars.

O segundo convidado que Bad Bunny trouxe ao palco foi Ricky Martin, ator, cantor e compositor porto-riquenho. O artista cantou um pedaço da música “LO QUE LE PASÓ A HAWAii”, que trata da desocupação de Porto Rico e do apagamento cultural.

4 - Postes de energia elétrica
Durante o hit “El Apagón”, Bad Bunny canta de um poste elétrico, fazendo uma provável referência aos apagões de energia elétrica que Porto Rico sofre desde o Furacão Maria.

5 - Grammy para Benito
Bunny também protagonizou um momento emocionante, onde entrega seu Grammy de álbum do ano a uma provável versão dele criança, o Benito. “Fiz por você”, diz o artista ao entregar o prêmio ao menino.

6 - “God Bless America”
No momento final do show, Bad Bunny levou ao palco as bandeiras de todos os países da América e citou todos por nome, inclusive o Brasil.
Bunny carregava uma bola de futebol americano com os dizeres “Juntos, somos a América”, que jogou no chão após um emblemático “Seguimos Aqui”.
O artista terminou o show ao som do hit DtMF enquanto a frase “A única coisa mais poderosa do que o ódio é o amor”, dita durante seu discurso de aceitação do Grammy, era exibida no telão do estado.



7 - Casamento
O show contou também com a realização de um casamento de verdade, ao vivo.
O casal, fã de Bad Bunny, o convidou para a cerimônia e, em troca, o cantor deu a oportunidade de os noivos se casarem durante o show. A informação foi confirmada pela assessoria de Bunny após o fim da apresentação.


Assista ao show na íntegra aqui.


