Economia
Maceió registra uma das maiores altas no preço de imóveis do Nordeste em 2026
Capital alagoana ocupa quarta posição em valorização regional e lidera ranking do metro quadrado mais caro do Nordeste
A cidade de Maceió apresentou uma das maiores valorizações imobiliárias do Nordeste nos primeiros meses de 2026. Dados do Índice FipeZAP, divulgados na primeira semana de maio, mostram que a capital alagoana registrou alta de 2,86% no preço médio dos imóveis residenciais entre janeiro e abril deste ano.
O levantamento acompanha anúncios de venda publicados na internet em 56 cidades brasileiras e posicionou Maceió na quarta colocação entre as capitais nordestinas com maior crescimento no período.
No ranking regional, Salvador e Fortaleza lideram com valorização de 3,94% cada. Em seguida aparece Natal, com 3,62%. Logo depois está Maceió, reforçando o aquecimento do mercado imobiliário local.
Confira o ranking das capitais nordestinas com maior valorização imobiliária em 2026:
Salvador (BA): 3,94%;
Fortaleza (CE): 3,94%;
Natal (RN): 3,62%;
Maceió (AL): 2,86%;
Aracaju: 2,65%;
Teresina: 2,49%;
Recife: 1,54%;
São Luís: 1,52%;
João Pessoa: 1,19%.
Além da valorização acumulada, Maceió também lidera o ranking do metro quadrado mais caro do Nordeste. O bairro de Pajuçara aparece na primeira posição regional, com valor médio de R$ 14.929 por metro quadrado.
O índice supera áreas valorizadas como Ponta D’Areia, em São Luís, e Meireles, em Fortaleza.
Veja os bairros com o metro quadrado mais caro do Nordeste:
Pajuçara (Maceió-AL): R$ 14.929/m²;
Ponta D’Areia (São Luís-MA): R$ 13.166/m²;
Meireles (Fortaleza-CE): R$ 12.974/m²;
Cabo Branco (João Pessoa-PB): R$ 12.369/m²;
Barra (Salvador-BA): R$ 12.311/m².
Em Maceió, os bairros com maior valor médio por metro quadrado são:
Pajuçara: R$ 14.929/m²;
Ponta Verde: R$ 11.360/m²;
Jacarecica: R$ 11.226/m²;
Jatiúca: R$ 10.855/m²;
Cruz das Almas: R$ 9.467/m².
Os dados reforçam o crescimento do mercado imobiliário da capital alagoana, especialmente nos bairros localizados na orla marítima, que seguem entre os mais valorizados do país.


