Política
Fiéis da Assembleia de Deus em AL criticam uso político de templos
Relatos apontam campanha eleitoral dentro de igrejas e geram divisão
A crescente presença de práticas políticas em ambientes religiosos tem provocado desconforto entre membros da Assembleia de Deus em Alagoas.
Fiéis relatam insatisfação com o que classificam como uso de templos para fins eleitorais, situação que tem gerado debates e críticas nos bastidores da instituição no estado.
De acordo com relatos que circulam em grupos internos, atividades típicas de campanha estariam ocorrendo tanto na entrada quanto no interior das igrejas, incluindo a distribuição de materiais políticos.
Imagens compartilhadas entre membros mostram os nomes de Gunnar Nunes e Mesaque Padilha associados à entrega de adesivos de campanha em diferentes cidades alagoanas.
A situação tem gerado indignação entre frequentadores, que consideram a prática desrespeitosa ao ambiente religioso. Para parte dos fiéis, a mistura entre fé e política ultrapassa limites e pode comprometer a credibilidade da instituição.
Apesar da repercussão, até o momento não houve manifestação oficial dos citados nem da liderança da igreja em Alagoas sobre o caso.
Internamente, o clima é descrito como de incômodo e divisão entre os próprios membros, que divergem sobre os limites da atuação política dentro dos templos.

