Política

PROS avalia “cenário” em encontro com “futuro governador”

Por Blog do Edivaldo Júnior 03/03/2022 15h03
PROS avalia “cenário” em encontro com “futuro governador”
Dirigentes do PROS, Adeilson Bezerra, Marçal Fortes e Gustavo Pessoa durante almoço com Paulo Dantas - Foto: Divulgação

Em entrevista para o canal de Youtube (a) Ponte, Paulo Dantas admite que deve ser o governador-tampão de Alagoas, caso Renan Filho se afaste.

“Por ter liderado a maioria ao longo desses três anos, os deputados me conhecem, sabem que sou um homem sério, responsável, equilibrado, tenho postura clara, transparente e acredito que caso o Renan saia para ser candidato, nós teremos a maioria”, disse o deputado na entrevista a uma bancada comandada pelo jornalista Cícero Filho.

E não é só Paulo Dantas que acredita ter maioria. O deputado já vem sendo tratado como “futuro governador” não só entre seus pares, mas também nos meios políticos.

Nessa condição, o deputado conversado com dirigentes de outros partidos. Na quarta-feira (02/02), PD recebeu para um almoço dirigentes do PROS em Alagoas. O cardápio, claro, foi recheado de política.

“Nesta quarta feira o deputado Paulo Dantas recebeu dirigente do PROS para uma conversa sobre o processo eleitoral que se avizinha”, aponta o vice-presidente do partido, Adeilson Bezerra.

Além de Bezerra, o “mago das coligações”, participaram da conversa os dirigentes partidários Marçal Fortes e Gustavo Pessoa.

Gustavo, que já foi candidato a prefeito de Maceió, com bom desempenho, surge como aposta para liderar uma chapa proporcional. O PROS trababalha para fazer um federal e três estaduais.

Segundo Bezerra, foram discutidos de projetos de destaque para a questão do meio ambiente e das minorias. “Uma boa conversa no almoço”, resume.

Paulo Dantas que deve disputar a reeleição, se confirmada a eleição de governador-tampão, vai precisar do PROS e vários outros partidos em seu palanque. Quanto mais legendas, maior o tempo de TV. No momento ele trabalha com a perspetiva de ter uma coligação formada, além do MDB, pelos dois maiores partidos do país, o PT e o União Brasil. Mas essa é outra história.