Polícia
Criança quase morre em aula de natação e caso choca Maceió
Menina foi parar na UTI após incidente; família denuncia falha e escola se defende
Um caso ocorrido em uma escola particular de Maceió trouxe à tona preocupações sobre segurança em atividades aquáticas no ambiente escolar.
Uma criança sofreu um afogamento durante uma aula de natação na última terça-feira (17), precisando de atendimento de urgência e posterior internação em Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
De acordo com relato dos pais, a estudante teria ficado cerca de 40 segundos submersa sem que a situação fosse percebida de imediato pelos responsáveis pela atividade. Eles afirmam que a criança foi socorrida em estado grave, apresentando sinais como baixa oxigenação no sangue, coloração arroxeada e alteração no nível de consciência.
Ainda segundo a família, houve complicações respiratórias em decorrência da aspiração de água, o que levou à necessidade de internação em estado delicado. A criança, no entanto, evoluiu positivamente e recebeu alta hospitalar.
Em nota pública, os responsáveis classificaram o episódio como uma “grave falha de vigilância”, destacando que atividades como natação exigem supervisão constante e rigorosa. Eles também criticaram a condução do caso pela instituição, alegando ausência de medidas imediatas, como a suspensão das aulas ou revisão dos protocolos de segurança.
“Segurança não é opcional, é obrigação”, pontuaram, ao defender que situações como essa sirvam de alerta para outras famílias.
Por outro lado, a escola informou que prestou socorro imediato e seguiu todos os procedimentos recomendados de primeiros atendimentos. A instituição declarou que acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que orientou o encaminhamento da criança para uma unidade de saúde.
A direção também destacou que a aluna foi acompanhada por profissionais e já se recuperou, além de reforçar que a escola possui equipe capacitada, estrutura adequada e normas específicas voltadas à segurança dos estudantes.
Segundo a instituição, com quase três décadas de funcionamento, não há histórico de ocorrências semelhantes, e o caso segue sendo acompanhado internamente, com a escola se colocando à disposição para esclarecimentos.
Nota dos pais da criança

Nota da Escola Espaço Educar



