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INSS: conheça as doenças que garantem auxílio e aposentadoria sem carência

A relação de doenças foi ampliada por meio de portaria publicada em julho deste ano, incluindo a gestação de alto risco

Por Agência Brasil com Redação 11/08/2026 13h01
INSS: conheça as doenças que garantem auxílio e aposentadoria sem carência

Atualmente, 18 condições de saúde permitem o acesso ao auxílio por incapacidade temporária (auxílio-doença) e à aposentadoria por incapacidade permanente (antiga aposentadoria por invalidez) sem a exigência do número mínimo de contribuições ao INSS.

A relação de doenças foi ampliada por meio de portaria publicada em julho deste ano, incluindo a gestação de alto risco entre as condições que isentam o período de carência para concessão de benefícios por incapacidade.

    Veja a seguir a lista completa das condições definidas pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS):

    • Tuberculose ativa
    • Hanseníase
    • Transtorno mental grave, desde que acompanhado de alienação mental (comprometimento psicológico que impede a realização de atividades diárias)
    • Neoplasia maligna
    • Cegueira
    • Paralisia irreversível e incapacitante
    • Cardiopatia grave
    • Doença de Parkinson
    • Espondilite anquilosante
    • Nefropatia grave
    • Estado avançado da doença de Paget (osteíte deformante)
    • Síndrome da deficiência imunológica adquirida (Aids)
    • Contaminação por radiação, comprovada por laudo médico especializado
    • Hepatopatia grave
    • Esclerose múltipla
    • Acidente vascular encefálico (agudo)
    • Abdome agudo cirúrgico
    • Gestação de alto risco

    O INSS ressalta que as doenças e afecções listadas só são consideradas isentas de carência quando apresentam quadro de evolução aguda e atendem a critérios específicos de gravidade. Por isso, é fundamental que a documentação apresentada comprove a incapacidade.

    Entenda os critérios:

    • Quadro clínico de evolução aguda: doença ou condição de instalação súbita, excluindo episódios agudos de doenças crônicas;
    • Critério de gravidade: risco iminente de morte ou de perda da função de órgão ou sistema, exigindo cuidados clínicos ou cirúrgicos, podendo envolver instabilidade das funções vitais e necessidade de substituição artificial de funções.