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IMA aponta sete trechos impróprios para banho em Maceió

Entre os trechos com recomendação negativa estão a Praia da Avenida, na Avenida da Paz, em frente ao Posto Shell, e dois pontos na Praia de Pajuçara

Por Redação 23/07/2026 19h07
IMA aponta sete trechos impróprios para banho em Maceió
Praia de Maceió - Foto: Reprodução

O levantamento da balneabilidade das praias de Alagoas, divulgado na última terça-feira (21) pelo Instituto do Meio Ambiente (IMA-AL), aponta que, dos 20 trechos analisados em Maceió, sete foram classificados como impróprios para banho.

Segundo o órgão, entre os trechos com recomendação negativa estão a Praia da Avenida, na Avenida da Paz, em frente ao Posto Shell, e dois pontos na Praia de Pajuçara: um localizado na Avenida Doutor Antônio Gouveia, na altura da Rua João Carneiro, e outro em frente ao Restaurante Parmegiano.

No Litoral Sul, dos 23 pontos analisados, 22 estão próprios para banho e apenas um foi classificado como impróprio. O trecho inadequado está localizado no Rio Niquim, na Barra de São Miguel, aproximadamente 300 metros da foz.

Já no Litoral Norte, o levantamento apontou que 23 pontos estão próprios para banho e dois estão impróprios. Ambos ficam em Maragogi: um na foz do Rio Maragogi, às margens da AL-101 Norte, e outro em frente à foz do Rio Persinunga.

A coleta das amostras foi realizada no último dia 20 de julho, sob coordenação de Ricardo O. César.

De acordo com o IMA-AL, a Resolução Conama nº 274/2000, do Conselho Nacional do Meio Ambiente, estabelece os critérios de balneabilidade. As praias são consideradas próprias quando, em 80% ou mais de um conjunto de amostras obtidas em uma das cinco semanas anteriores, coletadas no mesmo local, não ultrapassam o limite de 800 NMP (Número Mais Provável) de Escherichia coli por 100 mililitros (mL) da amostra de água.

As praias são classificadas como impróprias quando não atendem ao critério anterior ou quando apresentam, na última semana de análise, um valor superior a 2.000 NMP de Escherichia coli por 100 mL.

Orientações

O IMA-AL também orienta que seja evitada a utilização de praias influenciadas pela presença de cursos d’água possivelmente contaminados por efluentes nas 24 horas seguintes à ocorrência de chuvas, devido ao aumento do risco de contaminação por matéria de origem fecal e, consequentemente, de doenças infecciosas.

O órgão recomenda ainda evitar, em qualquer período, áreas diretamente influenciadas por rios, canais e córregos, assim como a ingestão de água do mar, especialmente por crianças, que são mais sensíveis e possuem menor imunidade em comparação aos adultos.

Também deve ser evitado o uso de áreas sob influência de floração de algas, principalmente nos trechos entre as praias da Avenida e do Sobral.

Confira o levantamento completo: (clique aqui).