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Ataque a navio petroleiro próximo ao Estreito de Ormuz é confirmado por autoridades
Segundo as autoridades, o incidente aconteceu a 144 km ao norte de Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos, sem registro de feridos ou vítimas fatais
O Centro de Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido (UKMTO), vinculado ao Ministério da Defesa britânico, confirmou neste domingo (4) que um navio petroleiro foi alvo de ataque nas proximidades do Estreito de Ormuz.
Segundo as autoridades, o incidente aconteceu a 144 km ao norte de Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos, sem registro de feridos ou vítimas fatais.
O ataque ocorre em um momento de crescente tensão na região, enquanto navios de guerra dos Estados Unidos iniciam a operação denominada "Projeto Liberdade", anunciada mais cedo pelo presidente norte-americano Donald Trump. A ação visa escoltar embarcações pelo Estreito de Ormuz.
A Operação "Projeto Liberdade" deve começar nesta segunda-feira (5) com o objetivo de retirar navios estrangeiros retidos na área. Trump afirmou que a iniciativa é humanitária e alertou para uma resposta "com firmeza" em caso de interferência.
Em publicação na rede social Truth Social, Trump declarou que diversos países — muitos sem envolvimento direto no conflito regional — solicitaram apoio dos EUA para liberar embarcações bloqueadas. Segundo o presidente, os navios pertencem a nações "neutras e inocentes", afetadas pela escalada militar no entorno do estreito.
Trump classificou a ação como um "gesto humanitário", ressaltando que algumas embarcações enfrentam escassez de alimentos e suprimentos essenciais para as tripulações. Ele destacou que a medida busca beneficiar não apenas os países afetados, mas também o Irã e outras nações da região.
O presidente norte-americano também mencionou que há "discussões positivas" em andamento entre representantes dos Estados Unidos e do Irã, o que pode abrir caminho para avanços diplomáticos.
O Estreito de Ormuz é uma das rotas marítimas mais estratégicas do planeta, responsável por cerca de 20% das exportações globais de petróleo. A região permanece sob forte tensão desde o agravamento do conflito envolvendo Estados Unidos, Irã e aliados.
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