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Entrega de obras e equipamentos reforça sistema prisional em Alagoas
Investimentos somam R$ 39,5 milhões, com recursos do Funpen e do Governo do Estado
Alagoas amplia a estrutura do sistema prisional com a entrega de obras, equipamentos e serviços, fruto de um investimento de R$ 39,5 milhões provenientes do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) e do Governo do Estado. A solenidade de entrega acontece na manhã da segunda-feira (13), às 11h, no Complexo Penitenciário de Maceió, localizado no bairro Cidade Universitária, com a presença do governador Paulo Dantas.
Entre as principais ações, estão a inauguração da Cadeia Pública Policial Penal Manoel Messias de Souza Júnior, a assinatura da ordem de serviço para reforma e ampliação do Núcleo Ressocializador da Capital (NRC) e a entrega de novos equipamentos para a Polícia Penal.

Serão entregues 530 pistolas Glock, uma retroescavadeira, além da estruturação do Espaço de Trabalho da Mulher, destinado à capacitação de reeducandas. A programação inclui ainda a formalização do Grupamento Tático do Interior (GTI), com apresentação de fardamento, capacetes balísticos e viatura operacional.
A Cadeia Pública de Maceió homenageia o agente penitenciário Manoel Messias de Souza Júnior, morto em 2007 durante uma ocorrência policial na capital. A unidade terá capacidade para 420 pessoas em prisão preventiva.

A reforma e ampliação do Núcleo Ressocializador da Capital devem criar 66 novas vagas no sistema prisional.
A retroescavadeira será utilizada em serviços de manutenção e apoio logístico no complexo, além de atividades relacionadas a projetos de trabalho e ressocialização.
O secretário de Ressocialização e Inclusão Social, Diogo Teixeira, destacou a importância dos novos investimentos. “Estamos ampliando a estrutura e as condições de trabalho no sistema prisional, com investimentos que impactam tanto a segurança quanto as ações de ressocialização”, afirmou.

O Espaço de Trabalho da Mulher funcionará na Fábrica da Esperança e atenderá reeducandas com atividades como corte e costura, filé, amigurumi e crochê.
Já o Grupamento Tático do Interior passa a atuar de forma estruturada em operações no sistema prisional, com foco em controle de distúrbios, revistas e gerenciamento de crises.

