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TJ/AL esclarece ameaças feitas ao Desembargador Klever Loureiro e seu filho
Polícia Federal investigou o caso e nas mensagens não havia qualquer tipo de ameaça à integridade física do Presidente do Tribunal

Nesta quarta-feira (07) o Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL) fez esclarecimentos sobre suposta ameaça feita ao Desembargador Klever Rego Loureiro e a um de seus filhos. A matéria foi veiculada na terça-feira (06) em sites de noticias locais dando conta de encaminhamento à Polícia Federal.
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O Serviço de Inteligência do Tribunal de Justiça de Alagoas, de posse da acusação e sendo ela comprovadamente inverídica, remeteu comunicação à Polícia Federal para eventual apuração do fato e de sua origem. A Polícia Federal investigou o caso e nas mensagens enviadas por Eva Maria Santos não havia qualquer tipo de ameaça à integridade física do Presidente do Tribunal de Justiça e nem de seus familiares.
As autoridades policiais foram acionadas para que se possa coibir esse tipo de prática que se caracteriza como crime e para se apurar a motivação de inverídica acusação.
A Presidência doTJ/AL aguarda as conclusões das apurações.
Confira nota na íntegra:
Esclarecimentos sobre suposta ameaça
A propósito de matéria veiculada em sites de noticias locais dando conta de encaminhamento à Polícia Federal de suposta ameaça feita ao Desembargador Klever Rego Loureiro e a um dos seus filhos, a Presidência do Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas vem a público prestar os seguintes esclarecimentos:
1) Em 18/06/2021, por via de Instagram, uma pessoa que se identifica como Eva Maria Santos, dirigiu ao Presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas acusação infundada de que estaria patrocinando os interesses de um cidadão de nome Miguel Rocha Neto, igualmente suposto credor de Precatórios;
2) O Serviço de Inteligência do Tribunal de Justiça de Alagoas, de posse da acusação e sendo ela comprovadamente inverídica, remeteu comunicação à Polícia Federal para eventual apuração do fato e de sua origem;
3) Das apurações internas a constatação de que não há qualquer Precatório inscrito tendo como credor o cidadão de nome Miguel Rocha Neto;
4) As autoridades policiais foram acionadas para que se possa coibir esse tipo de prática que se caracteriza como crime e para se apurar a motivação de inverídica acusação;
5) Da acusação feita por Eva Maria Santos não consta qualquer tipo de ameaça à integridade física do Presidente do Tribunal de Justiça e nem de seus familiares;
6) A Presidência do Tribunal de Justiça de Alagoas aguarda as conclusões das apurações.
