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Espanha fatura R$ 255,5 milhões da Fifa após conquistar o bicampeonato mundial

Título veio com gol de Ferrán Torres sobre a Argentina na final, e prêmio consolida a melhor campanha financeira entre as seleções desse Mundial

Por Redação com agências 20/07/2026 10h10
Espanha fatura R$ 255,5 milhões da Fifa após conquistar o bicampeonato mundial
A Espanha foi campeã do mundo após vencer a Argentina na final por 1 x 0. Ferrán Torres marcou o único gol da partida - Foto: Getty Images

A Espanha não saiu da Copa do Mundo de 2026 só com o troféu debaixo do braço. Depois de bater a Argentina por 1 a 0 na final, com gol de Ferrán Torres, a Roja embolsou US$ 50 milhões da Fifa, algo em torno de R$ 255,5 milhões na cotação atual, valor referente à conquista do segundo título mundial da história espanhola.

A distribuição de prêmios seguiu de perto a colocação de cada seleção. A Argentina, vice-campeã, recebeu US$ 33 milhões, cerca de R$ 168,6 milhões. A Inglaterra, que fechou o torneio na terceira posição, ficou com US$ 29 milhões, R$ 148,2 milhões, enquanto a França, quarta colocada, levou US$ 27 milhões, o equivalente a R$ 138 milhões.

Já o Brasil, que terminou em 11º lugar depois de cair diante da Noruega nas oitavas de final, numa derrota por 2 a 1 que encerrou o sonho do hexacampeonato, recebeu US$ 16,5 milhões, cerca de R$ 84 milhões, pela participação no torneio.

Um Mundial de recordes


A Copa disputada em Estados Unidos, Canadá e México ficou marcada por uma sequência de números impressionantes e atuações individuais de peso. Na artilharia histórica das Copas, tanto Kylian Mbappé quanto Lionel Messi ultrapassaram o alemão Miroslav Klose, que detinha a marca de 16 gols.

O francês fechou o torneio na liderança isolada, com 22 gols marcados ao longo da carreira em Mundiais. Messi, por sua vez, encerrou sua participação com 21 gols no total, um número que já garante um lugar de destaque na história da competição.

Outro nome que chamou atenção foi Erling Haaland, em sua estreia em Copas do Mundo. Em apenas cinco jogos disputados, o norueguês balançou as redes sete vezes, incluindo dois gols na vitória sobre o Brasil nas oitavas de final. Já a seleção que mais fez gols no torneio como um todo foi a Inglaterra, com 20 bolas na rede.

Criatividade e solidez defensiva


Do lado da criação de jogadas, Olise se destacou como o maior assistente da Copa, com sete passes que resultaram em gol. Na outra ponta do campo, o goleiro Unai Simón, da Espanha, foi o menos vazado do torneio, sofrendo apenas um gol durante toda a competição. Não à toa, a seleção espanhola fechou o Mundial com a melhor linha defensiva já registrada na história das Copas, sendo a menos vazada de todos os tempos.