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F1: FIA veta aerodinâmica ativa no GP de Mônaco e abre chance de surpresas
Decisão muda estratégia das equipes no circuito urbano
A FIA confirmou que a aerodinâmica ativa não será utilizada no GP de Mônaco de Fórmula 1. A medida foi tomada por questões de segurança, já que havia risco de os carros atingirem velocidades excessivas na saída do túnel, em um traçado com áreas de escape limitadas.
Com isso, os carros disputarão a prova com perfis aerodinâmicos fixos e sem o modo reta, em uma mudança significativa em relação às corridas anteriores. Nem mesmo o DRS, presente até 2025, estará disponível.
A decisão transforma Monte Carlo em um evento único, no qual a busca pela máxima downforce será determinante. A Ferrari surge como candidata natural a aproveitar o cenário, já que seu carro é considerado eficiente em curvas de baixa e média velocidade, apesar da menor potência em altas rotações.
A Mercedes, dominante até agora na temporada com vitórias de Kimi Antonelli e George Russell, também deve manter favoritismo, já que o pacote de atualizações introduzido no W17 em Montreal foi voltado justamente para aumentar a pressão aerodinâmica.
A McLaren, com o carro de menor distância entre eixos do grid, pode alimentar ambições em um circuito onde ultrapassar é quase impossível e a classificação se torna decisiva.
Em resumo, o GP de Mônaco promete ser uma corrida de estratégias específicas, com potencial para surpresas diante da ausência da aerodinâmica ativa.

