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CRB reconhece atuação policial e pede responsabilização total por morte de coordenador da base

Clube destaca trabalho da DHPP e cobra punição também para os mandantes do crime

Por Redação 26/01/2026 13h01 - Atualizado em 26/01/2026 13h01
CRB reconhece atuação policial e pede responsabilização total por morte de coordenador da base
Johanisson Lima, conhecido como Joba, coordenador das categorias de base do clube, morto na última sexta-feira (23), em Maceió - Foto: Reprodução

O Clube de Regatas Brasil (CRB) manifestou-se oficialmente nesta segunda-feira (26) sobre o andamento das investigações que apuram o assassinato de Johanisson Lima, conhecido como Joba, coordenador das categorias de base do clube, morto na última sexta-feira (23), em Maceió. Em nota, a instituição agradeceu à Polícia Civil de Alagoas (PC-AL) e às demais forças de segurança pelo trabalho que resultou na identificação e prisão de envolvidos no crime.

No comunicado divulgado nas redes sociais, o clube fez menção direta à atuação da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e reforçou a expectativa de que as investigações avancem até a responsabilização de todos os envolvidos, incluindo os mandantes. “O CRB reconhece o trabalho das forças de segurança e reforça a cobrança por justiça, para que este crime não fique impune e para que a memória de Joba seja honrada”, diz um trecho da nota.

Em outro ponto do texto, o clube afirma esperar que os responsáveis intelectuais pelo homicídio sejam levados a julgamento. “Que os mandantes envolvidos possam ser devidamente julgados pela atrocidade cometida”, registra o comunicado, encerrado com a frase: “Justiça por Joba”.

Avanço das investigações

De acordo com informações divulgadas pela Polícia Civil, o crime teve motivação pessoal e teria sido planejado desde dezembro. A investigação aponta que a execução foi encomendada pelo ex-companheiro da mulher que mantinha relacionamento com a vítima, mediante pagamento de R$ 10 mil.

No curso das diligências, um suspeito foi preso e outros três morreram em confronto com a polícia. O apontado como mandante permanece foragido. A Polícia Civil informou que segue com as buscas e orienta que o investigado se apresente à DHPP.

A manifestação do CRB soma-se aos pedidos de familiares, torcedores e integrantes do clube para que o caso tenha conclusão judicial e todos os responsáveis sejam punidos.