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Juliano Cazarré defende visão masculinista e vê movimento com positividade
O ator participou de debate na TV e afirmou que seu projeto busca resgatar homens que foram "esquecidos" e taxados de tóxicos
O ator Juliano Cazarré se tornou o centro de uma discussão nas redes sociais após divulgar seu curso presencial “O Farol e a Forja”, voltado ao público masculino. A iniciativa foi criticada por colegas da classe artística e reacendeu o debate sobre masculinidade.
Durante participação no programa “GloboNews Debate”, na última terça-feira (12), o ator explicou a proposta do curso. Segundo ele, o objetivo é formar homens voltados ao serviço da família, da sociedade e da fé. “Basicamente, homens que sirvam. O homem que não sabe resolver um problema, ele é em si um problema”, disse.
Cazarré afirmou ainda que o projeto responde a uma visão que, segundo ele, teria associado a masculinidade a algo negativo nos últimos anos.
A fala gerou reação imediata na bancada. A psicanalista Vera Iaconelli contestou o argumento e destacou que o debate sobre masculinidade está ligado a questões de violência de gênero. “Quando as mulheres falam ‘parem de nos matar’, elas não estão falando ‘parem de ser homens’”, afirmou.


