Eleições 2026
Fleming e Lenilda Luna cumprem agenda no interior e defendem ruptura com as oligarquias em Alagoas
As candidaturas de Lenilda Luna ao Governo de Alagoas e de Alexandre Fleming ao Senado, pela Unidade Popular (UP), cumprem agenda no interior do estado com visitas a Palmeira dos Índios, Arapiraca e Delmiro Gouveia. A programação inclui sabatinas na Universidade Federal de Alagoas, nos campi Arapiraca e Delmiro Gouveia, além de panfletagens, entrevistas em rádios locais e diálogo com trabalhadores, estudantes, educadores, feirantes, juventude e moradores das cidades visitadas.
A presença das candidaturas no interior reforça a estratégia da UP de ampliar o contato direto com o povo alagoano e fortalecer a mobilização em torno das únicas candidaturas de esquerda ao Governo e ao Senado. Para Lenilda Luna, a campanha precisa ouvir de perto as principais demandas da população.
"Alagoas precisa de um governo que esteja presente na vida real do povo. Estar no interior, dialogar nas universidades, nas ruas, nas feiras e nas rádios locais é fundamental para construir um programa que enfrente os problemas concretos da população, como a falta de água, o desemprego, a precarização dos serviços públicos e os baixos índices sociais", afirmou Lenilda Luna.
Fleming destacou que a agenda também representa uma denúncia contra a manutenção do poder político em Alagoas nas mãos dos mesmos grupos há duas décadas.
"Alagoas vive há 20 anos sob o domínio de dois partidos e das mesmas oligarquias. Enquanto eles se revezam no poder, o povo segue sofrendo com desemprego, informalidade, violência, falta de água e ausência de perspectivas. Nossa candidatura ao Senado existe para enfrentar esse modelo e dizer que é tempo de vencer as oligarquias", afirmou Fleming.
Entre as principais pautas defendidas pela UP estão a taxação dos super-ricos, o fim da escala 6 por 1, a criminalização da misoginia, a reestatização da água e a construção de um programa real e integrado de desenvolvimento econômico voltado à melhoria dos índices sociais de Alagoas.
"Não existe desenvolvimento verdadeiro se a riqueza continua concentrada, se as mulheres continuam sendo vítimas de violência e misoginia, se a juventude não encontra trabalho e se o povo não tem acesso regular à água. O nosso projeto é popular, feminista, antirracista e comprometido com a transformação social", reforçou Lenilda.
Para Fleming, a candidatura da UP ao Senado tem o papel de levar a voz do povo trabalhador para o centro do debate político.
"O Senado não pode continuar sendo espaço de representação das famílias ricas, dos acordos de bastidores e dos interesses das oligarquias. Nós defendemos a taxação dos super-ricos, o fim da escala 6 por 1, a reestatização da água e um projeto de desenvolvimento que coloque o povo de Alagoas em primeiro lugar", concluiu Fleming.
