Eleições 2026
MDB pode fazer até 16 estaduais; disputa aperta nas outras chapas
As chapas ainda podem sofrer mudanças até as convenções
Faltando menos de 100 dias para o primeiro turno das eleições de 2026, marcado para 4 de outubro, as projeções para deputado estadual em Alagoas começam a ganhar força nos bastidores. As chapas ainda podem sofrer mudanças até as convenções, mas interlocutores de diferentes grupos já trabalham com os cenários mais prováveis para a disputa pelas 27 vagas da Assembleia Legislativa.
A maior chapa continua sendo a do MDB, que pode eleger de 15 a 16 deputados estaduais. Entre os favoritos aparecem Marcelo Victor, Paulinho Mendonça, Hugo Wanderley, Remi Calheiros, Ricardo Nezinho e Cícero Cavalcante. Entre as mulheres, Fátima Canuto e Cibele Moura aparecem em vantagem, enquanto Gabi Gonçalves corre por fora. A disputa pelas últimas vagas, no entanto, promete ser acirrada, com nomes como Guilherme Lopes e Henrique Chicão entre os que tentam conquistar espaço.
A Federação Brasil também aparece competitiva. A projeção atual é de três vagas, com possibilidade de chegar a quatro. Ronaldo Medeiros e Silvio Camelo largam como favoritos para as duas primeiras posições. Marcos Barbosa, Breno Albuquerque e Teca Nelma disputam uma ou duas vagas restantes.
No PL, a expectativa é de duas cadeiras. Os favoritos são Cabo Bebeto e Leonardo Dias, que devem concentrar a disputa interna da legenda, impulsionados pelo eleitorado identificado com o bolsonarismo em Alagoas.
O PSDB também trabalha com a perspectiva de eleger dois deputados estaduais. Tenorinho Malta e Lucas Barbosa aparecem como favoritos, enquanto Francisco Salles e Léo Loureiro correm por fora.
No PP, a projeção é de quatro a cinco vagas, com possibilidade de chegar a seis, dependendo do desempenho da chapa. Fernando Pereira, Delegado Leonam, Antônio Albuquerque, Rose Davino, Mesaque Padilha e Ceci Rocha aparecem hoje entre os nomes mais competitivos.
Com a pré-campanha avançando, a disputa para deputado estadual começa a repetir a lógica da eleição para a Câmara Federal. Algumas vagas parecem mais encaminhadas, mas a definição das últimas cadeiras de cada chapa deve depender do desempenho individual dos candidatos, dos acordos regionais e da capacidade de mobilização durante a campanha.

