Cooperativismo
Cooperativismo impulsiona avanço da previdência no ambiente corporativo
Levantamento do Guia Nacional de Benefícios Corporativos mostra que 43,7% dos profissionais aceitariam trocar de empresa por uma oferta mais atrativa, mesmo com remuneração equivalente
Na disputa por talentos, o cooperativismo começa a ganhar espaço como solução prática dentro das empresas, e a previdência complementar surge como uma das principais ferramentas nesse movimento. Em um mercado no qual a segurança financeira pesa cada vez mais na decisão dos profissionais, modelos coletivos passam a oferecer alternativas mais acessíveis e sustentáveis.
Levantamento do Guia Nacional de Benefícios Corporativos mostra que 43,7% dos profissionais aceitariam trocar de empresa por uma oferta mais atrativa, mesmo com remuneração equivalente. Ao mesmo tempo, cresce a busca por benefícios que garantam estabilidade e planejamento de longo prazo.
Para atender a essa demanda, a Quanta Previdência amplia sua atuação no ambiente corporativo, especialmente entre cooperativas, com soluções estruturadas dentro da lógica do cooperativismo.
Modelo coletivo aplicado à previdência
Com cerca de 250 mil participantes e aproximadamente R$ 8 bilhões sob gestão, a Quanta se consolida como uma das principais entidades do país no segmento de previdência complementar fechada.
Um dos destaques dessa estratégia é o Cooprev, plano voltado ao ambiente corporativo que opera sem fins lucrativos, com gestão digital e custos reduzidos, características que facilitam a adesão por empresas de diferentes portes, especialmente cooperativas.
“O Cooprev atende uma demanda clara das empresas: oferecer um benefício estruturado, com baixo custo de gestão e que gere valor percebido para o colaborador”, afirma Nicole Gasperin, head de Desenvolvimento de Negócios Corporativos da Quanta Previdência.
O plano permite contribuições flexíveis, escolha de perfis de investimento e oferece recursos como portabilidade, resgate e proteção familiar em casos de invalidez ou morte.
Cooperativismo como diferencial competitivo
A lógica cooperativista, baseada na gestão compartilhada e na ausência de fins lucrativos, amplia o acesso à previdência complementar e fortalece a relação entre empresa e colaborador.
“Hoje, quem não oferece benefícios estruturados perde competitividade na disputa por talentos. A previdência entrou nesse pacote porque traz segurança e reforça o compromisso da empresa com o futuro do colaborador”, destaca Nicole.
Além disso, o modelo oferece vantagens fiscais importantes. Empresas enquadradas no regime de lucro real podem deduzir as contribuições como despesa operacional, enquanto os colaboradores podem abater até 12% da renda bruta anual tributável no Imposto de Renda.
Estratégia alinhada ao futuro do trabalho
O avanço da previdência corporativa dentro do cooperativismo também acompanha mudanças estruturais no mercado, como o envelhecimento da população e a necessidade crescente de planejamento financeiro.
Nesse cenário, o setor ganha respaldo institucional. A articulação entre Abrapp e ABRH Brasil reforça a importância de ampliar o acesso à previdência complementar nas empresas, conectando gestão de pessoas a estratégias de longo prazo.
Para a Quanta Previdência, esse movimento consolida um caminho claro: ampliar o acesso a soluções previdenciárias sustentáveis, com foco no coletivo e na construção de relações mais duradouras entre empresas e colaboradores.
A previdência, muito mais do que um benefício dentro da lógica cooperativista, se posiciona hoje como uma ferramenta estratégica — e a Quanta avança como protagonista nesse processo.
*Com informações do MundoCoop


