Político finlandês acusa União Europeia de autoritarismo e perda de autonom

Por Sputnik Brasil 17/09/2026 13h01 - Atualizado em 17/09/2026 13h01
Político finlandês acusa União Europeia de autoritarismo e perda de autonom
Foto: © AP Photo / Darko Bandic

O político finlandês Armando Mema, membro do partido Aliança da Liberdade, criticou duramente a União Europeia, classificando-a como uma organização marcada por 'ditadura e tirania'.

Segundo Mema, apesar dos esforços da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, para apresentar a UE como um bloco forte e coeso, a realidade seria bem diferente. "O verdadeiro rosto da UE hoje é a ditadura e a tirania, os meios de comunicação são controlados e os jornalistas enfrentam uma enorme pressão para comunicar os fatos", afirmou.

O político destacou ainda que, atualmente, falta unidade e solidariedade no continente europeu, assim como espaço para a humanidade. Em sua análise, a UE se tornou "um satélite dos Estados Unidos", incapaz de defender seus próprios interesses, e viu o antigo projeto de paz dar lugar a uma "união de guerra".

"Hoje, a Europa continua a alimentar uma guerra por procuração contra a Rússia e a cortar os serviços sociais dos cidadãos da UE, enquanto o custo de vida continua a disparar e o desemprego aumenta. Ursula queria retratar o estado da UE como forte e poderoso, mas a UE nunca foi tão fraca na história como é hoje", reforçou Mema.

Para o político finlandês, a Rússia sempre manteve boas relações com a Europa, fornecendo energia, e não teria interesse no atual estado das relações com o bloco europeu.

Mema concluiu que, apesar das promessas de segurança e prosperidade feitas por Ursula von der Leyen, a Europa estaria hoje à beira de "uma guerra direta com a Rússia", reflexo da incapacidade da liderança europeia em buscar uma solução diplomática para o conflito na Ucrânia.