Política
Renan Santos diz que não apoiará candidatos no 2º turno
O candidato declarou que também não fará campanha pelo voto nulo
Renan Santos (Missão) afirmou, após o resultado do primeiro turno das eleições, que não pretende apoiar nenhum dos candidatos que disputarão a Presidência da República no segundo turno, marcado para 25 de outubro.
O candidato declarou que também não fará campanha pelo voto nulo. Segundo Renan, os eleitores devem decidir livremente o que fazer. Ele ainda afirmou acreditar que Flávio Bolsonaro (PL) já teria vencido a eleição.
De acordo com a apuração do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mencionada pelo candidato, Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avançaram para o segundo turno. Com 99,74% das urnas apuradas, Flávio registrava 47,09% dos votos, enquanto Lula somava 45,09%.
Após a divulgação dos resultados, Renan Santos criticou o desempenho dos eleitores e afirmou que, na avaliação dele, a votação representa a possibilidade de um alinhamento do Brasil ao governo de Donald Trump. Ele também relacionou um eventual governo de Flávio Bolsonaro a uma aproximação com o Centrão e fez acusações envolvendo as investigações sobre os escândalos do INSS e do Banco Master.
Renan também declarou acreditar que poderia haver um acordo com o PT caso Flávio Bolsonaro seja eleito, com o objetivo, segundo sua avaliação, de evitar responsabilizações relacionadas aos escândalos e permitir a liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Para ele, Flávio buscaria adotar uma postura de “pacificador”.
O candidato ainda comentou a votação de Nikolas Ferreira (PL-MG) e Lucas Pavanato (PL-SP), que, segundo os dados citados por Renan, foram os dois candidatos a deputado federal mais votados da história. Ele criticou a eleição de influenciadores para o Congresso e afirmou que o resultado representa uma mudança no perfil da bancada.
Apesar de não ter avançado para o segundo turno, Renan Santos disse que pretende continuar na política. O candidato afirmou que a derrota representa a primeira experiência eleitoral e declarou que o trabalho de construção política continuará.
