Política

Greve geral: Trabalhadores da educação de Rio Largo paralisam atividades nesta segunda-feira (26)

Os servidores cobram, entre outras pautas, o pagamento dos precatórios do Fundef

Por Redação com assessoria 24/09/2022 09h09
Greve geral: Trabalhadores da educação de Rio Largo paralisam atividades nesta segunda-feira (26)
Profissionais aderiram pela greve de forma unânime, em assembleia realizada na terça-feira (20) - Foto: Sinteal

Os profissionais da educação de Rio Largo, município da região metropolitana de Maceió, Alagoas, entrarão em greve geral a partir desta segunda-feira (26). A decisão foi tomada em assembleia geral realizada na última terça-feira (20) que decidiu pela greve de forma unânime. Os educadores pedem, entre outras pautas, o pagamento dos precatórios do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef).

Segundo o Sindicado dos Trabalhadores da Educação de Alagoas (Sinteal), a categoria já tem um cronograma de ações definido e a mobilização vai passar pelas escolas da rede municipal de ensino

As trabalhadoras/es da rede pública municipal de Educação de Rio Largo decidiram, por unanimidade, entrar em greve geral a partir da próxima 2ª feira (26/09), em defesa do pagamento dos precatórios do Fundef. A decisão foi tomada em assembleia geral convocada pelo Núcleo Regional/Sinteal Rio Largo, realizada na última 3ª feira (20), na Escola Estadual Fernandina Malta, que teve, além do ponto de pauta da luta do Fundef, a votação e indicação dos membros da Comissão Eleitoral Regional que coordenará o processo eletivo para a nova direção do sindicato (executiva estadual e núcleos regionais).

Segundo a presidenta do Núcleo Regional, Rosiéle Guimarães, “vai completar um mês que o Sinteal e lideranças da base se reuniram com a secretária (interina) de Educação, Geane Magalhães, para discutir uma extensa pauta de cobranças, em que se destacava o ponto do pagamento dos precatórios do Fundef”.

De acordo com Rosiéle, foram definidos alguns encaminhamentos como criação de comissão do rateio e valores, “que, infelizmente, foram descumpridos pela gestão. Restou que, já completados vinte e oito dias nesta quinta-feira [22/09], a secretária Geane não trouxe mais respostas sobre o andamento dos precatórios, chegando até a gravar áudio dizendo até que “não haveria mais recursos para o pagamento. Diante dessa falta de respostas da gestão e da interrupção do processo de negociação, a categoria, muito indignada e com razão, votou e decidiu pela greve geral, mas o Sinteal segue defendendo ser preciso voltar à mesa de negociação”.