Política
Jovens deixam restos das casas atingidas pelo afundamento de solo na porta da Prefeitura de Maceió
Eles também fizeram críticas ao prefeito JHC, a quem chamaram de prefeito instagramável
Jovens que fazem parte do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra de Alagoas (MST-AL), protestaram, na manhã desta segunda-feira (06), contra o que é conhecido como o maior crime ambiental em área urbana do mundo, cometido pela mineradora Braskem e que fez 60 mil pessoas perderem suas casas, em quatro bairros de Maceió.
Na intervenção, os militantes se cobriram de lama e deixaram restos das casas atingidas pelo afundamento do solo na porta da prefeitura de Maceió, enquanto fizeram críticas ao prefeito João Henrique Caldas (PSB) a quem chamaram de prefeito instagramável.
"Quatro bairros foram completamentes destruídos e o prefeito ainda quer viver de postagem bonita nas redes sociais. Está deixando a cidade afundar", acusou o MST, no texto postado nas redes sociais do movimento.


