Política
Bolsonaro não revogará decretos de armas
Após medida ser barrada no Senado, governo negocia novas alternativas
O presidente Jair Bolsonaro não revogará os decretos que flexibilizaram as regras sobre o direito ao porte de armas e munições no país. A decisão foi tomada mesmo havendo riscos da medida ser derrubada pelo poder Legislativo.
Otávio Rêgo Barros (porta-voz da Presidência da república) afirmou que o governo não irá colocar empecilhos para que a votação ocorra na câmara.
"O presidente já enfatizou que não irá interferir nas questões do congresso. Entretanto, o governo tem buscado diálogo e consenso para a aprovação das medidas que atendam às aspirações da maiora dos cidadãos brasileiros", disse.
O Palácio do Planalto vinha negociando uma alternativa para evitar que a medida fosse novamente rejeitada pelo Senado.
Os assessores presidenciais pretendiam revogar as iniciativas anteriores e editar um novo decreto que flexibiliza as regras para colecionadores e caçadores e um projeto de lei com as demais alterações.
Na Segunda-feira (24)), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que a Câmara seguirá a decisão do Senado e rejeitará os decretos.
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