Polícia
Padrasto é preso por abusar enteada de 4 anos após denúncia de professora
Suspeita surgiu após profissionais da educação identificarem sinais de possível violência e acionarem imediatamente o Conselho Tutelar.
Um homem foi preso em flagrante por suspeita de estupro de vulnerável após uma denúncia envolvendo uma criança de 4 anos, na terça-feira (2), em Coité do Nóia, no Agreste de Alagoas. O caso teve início após profissionais de uma creche, em Taquarana, identificarem indícios que levantaram suspeitas de violência contra a menor.
De acordo com informações da Polícia Militar, a ocorrência foi registrada após funcionários da unidade de ensino acionarem as autoridades ao perceberem sinais que motivaram preocupação com a integridade da criança.
Segundo o relato policial, durante os cuidados de rotina realizados na creche, uma professora identificou vestígios na roupa da menor e comunicou imediatamente a direção da instituição. Ao conversar com a criança, os profissionais receberam informações que reforçaram a necessidade de acionar os órgãos de proteção.
Diante da situação, o Conselho Tutelar de Coité do Nóia foi chamado e passou a acompanhar o caso. Em seguida, equipes da Rádio Patrulha, vinculadas ao 3º Batalhão da Polícia Militar, prestaram apoio à ocorrência.
Após receber as informações, conselheiros tutelares e policiais seguiram até o Sítio Tingui, na zona rural de Coité do Nóia, onde localizaram o suspeito, identificado como padrasto da criança.
O homem foi conduzido ao Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp) de Palmeira dos Índios, onde foi autuado em flagrante pelo crime de estupro de vulnerável.
Segundo a PM, a condução ocorreu sem necessidade do uso de algemas. Após os procedimentos legais, ele permaneceu detido à disposição da Justiça, aguardando audiência de custódia.
A criança e seus familiares receberam acompanhamento inicial das equipes de assistência social. O caso seguirá sob investigação da Polícia Civil, que apurará todas as circunstâncias da denúncia.
Como denunciar
Casos de violência contra crianças e adolescentes podem ser denunciados por meio do Disque 100, canal nacional de proteção aos direitos humanos. O serviço funciona gratuitamente e garante o sigilo das informações.


