Polícia
Justiça nega liberdade ao dono da clínica onde Claudia Pollyanne foi assassinada
Suspeito responde pelos crimes de estupro, tortura, cárcere privado e exercício ilegal da Medicina.
O Tribunal de Justiça de Alagoas negou, por unanimidade, nesta quarta-feira (27), o Habeas Corpus do réu Maurício Anchieta de Souza, dono da clínica Luz e Vida, em Marechal Deodoro.
Neste processo, o suspeito responde pelos crimes de estupro, tortura, cárcere privado e exercício ilegal da Medicina. A decisão da Câmara Criminal manteve o entendimento do juiz da comarca de Marechal Deodoro.
Maurício Anchieta também é réu no processo que investiga a morte da esteticista Cláudia Pollyanne, assassinada dentro da clínica. Nesse segundo caso, a prisão preventiva dele e de Jéssica da Conceição Vilela foi negada em primeira instância pela juíza Fabíola Feijão.
No entanto, o Ministério Público interpôs Recurso em Sentido Estrito pedindo a prisão do casal pela morte da esteticista. O recurso ainda será analisado pelos desembargadores do Tribunal de Justiça, após parecer da Procuradoria de Justiça.


