Polícia
Governo brasileiro amplia atuação da Força Nacional em sete áreas estratégicas
As medidas abrangem territórios indígenas no Maranhão (MA), Pará (PA) e Rio Grande do Sul (RS); a fronteira de Tabatinga (AM); a região da Usina Hidrelétrica de Belo Monte (PA); o estado do Rio de Janeiro (RJ); a Amazônia Legal e o Pantanal
O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) publicou, nesta quinta-feira (1º), um conjunto de portarias que autorizam e prorrogam por 90 dias a atuação da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) em áreas estratégicas do país. O objetivo é preservar a ordem pública, proteger pessoas e patrimônio, além de apoiar órgãos federais e estaduais.
As medidas abrangem territórios indígenas no Maranhão (MA), Pará (PA) e Rio Grande do Sul (RS); a fronteira de Tabatinga (AM); a região da Usina Hidrelétrica de Belo Monte (PA); o estado do Rio de Janeiro (RJ); a Amazônia Legal e o Pantanal. Nessas últimas regiões, as ações de combate a incêndios florestais foram prorrogadas, com o apoio da Polícia Judiciária e da perícia forense.
As operações contam com a participação da Polícia Federal (PF), da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e de outros órgãos parceiros, atuando em áreas consideradas sensíveis.
Segundo nota do MJSP, na Amazônia Legal e no Pantanal, equipes especializadas em investigação e perícia seguirão apoiando as polícias civis e a Polícia Federal na apuração das causas de incêndios provocados por ação humana.
No Amazonas, o foco das ações será o policiamento na fronteira entre Brasil e Colômbia, considerada estratégica para o enfrentamento de crimes transnacionais.
“As novas autorizações também ampliam a proteção em áreas de tensão fundiária e de interesse ambiental, como as Terras Indígenas Awá, Caru, Alto Turiaçu, Alto Rio Guamá e Guarita, além de garantir apoio operacional na região da Usina Hidrelétrica de Belo Monte e no estado do Rio de Janeiro, o que fortalece a capacidade de resposta integrada das forças de segurança”, destaca a nota.
Por Sputinik Brasil


