Polícia

PC apura desaparecimento de mulher que saiu de Aracaju e pode estar em Maceió

Investigação aponta possibilidade de deslocamento para a capital alagoana e situação de vulnerabilidade social

Por Redação 28/01/2026 12h12
PC apura desaparecimento de mulher que saiu de Aracaju e pode estar em Maceió
PC investiga sumiço de mulher com problemas mentais que saiu de Aracaju e pode estar em Maceió - Foto: Reprodução

A Polícia Civil de Alagoas investiga o desaparecimento de Milena Oliveira Cabral, vista pela última vez no dia 23, após deixar a cidade de Aracaju, em Sergipe. O caso está sob responsabilidade da Delegacia de Pessoas Desaparecidas e apura a possibilidade de que a mulher tenha seguido para Maceió.

De acordo com o delegado Ronilson Medeiros, responsável pela investigação, a família perdeu contato com Milena no mesmo dia do desaparecimento. Ela saiu de casa com um aparelho celular, que teria sido posteriormente vendido. Com o valor obtido, Milena comprou uma passagem interestadual com destino à capital alagoana, com previsão de chegada na madrugada do dia 24.

Até o momento, não há confirmação de que ela tenha desembarcado em Maceió. A Polícia Civil requisitou imagens do sistema de monitoramento da rodoviária e realiza diligências nas imediações do terminal rodoviário, além de buscas em bairros como Jacintinho e Feitosa.

As investigações levam em conta o histórico de transtornos de saúde mental da mulher. Conforme informações repassadas pela polícia, este não seria o primeiro registro de desaparecimento envolvendo Milena. A principal linha de apuração indica que ela pode estar em situação de rua, sem recursos financeiros ou rede de apoio.

Unidades de saúde, serviços de assistência social e centros de acolhimento foram comunicados para que acionem a polícia caso a mulher seja identificada ou receba atendimento. A Polícia Civil destaca a importância da colaboração da população.

Informações que possam contribuir para a localização de Milena podem ser repassadas ao Disque Denúncia, pelo número 181, com garantia de anonimato, ou pelo telefone (82) 98878-8897. As diligências seguem em andamento.