Polícia
PF irá analisar os documentos manuseados por consultores da Braskem
Dois delegados estão à frente das investigações, que corre em segredo de justiça
A perícia da Polícia Federal em Alagoas (PF-AL), vai analisar os documentos, que estavam sob posse dos empregados e consultores da Braskem. A superintendente da PF/AL, Luciana Paiva, disse durante coletiva de imprensa, realizada nesta quinta-feira (21), que os crimes praticados pela petroquímica em Maceió, são complexos e precisam de maior aprofundamento das investigações.
A delegada afirma que, desde que assumiu a Superintendência, foram realizadas reuniões com a Defesa Civil, Ministério Público Federal (MPF) e Instituto do Meio Ambiente (IMA), diversos estudos sobre o caso, além de sobrevoos na região e visita nos bairros afetados.
“Hoje, a deflagração da operação é uma consequência de investigações que vêm se intensificando desde que assumimos a superintendência. Não é por um fato isolado’, disse Luciana Paiva.
Dois delegados estão à frente das investigações, que corre em segredo de justiça.
“A operação veio para elucidar alguns pontos da investigação. É natural em crimes cometidos por grande corporações, que se façam diligências com busca e apreensões para que a gente entenda o que de fato aconteceu dentro da cabine de comando da empresa. Outra finalidade é levantar informações omitidas de órgãos públicos, quanto a dados técnicos importantes para identificar os problemas que a mina já vinha apresentando, e essas informações podem vir de aparelhos eletrônicos e documentos presentes nas residências dos empregados, consultores”, disse Marcelo Franca, delegado federal que preside o inquérito.
Toda a documentação apreendida durante a Operação Lágrimas de Sal será submetida à perícia para fundamentar as investigações.
*Com GazetaWeb
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