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Mãe deixa bebê trancada em carro para ir a baile funk e acaba presa

Criança foi retirada do veículo por uma testemunha que quebrou o vidro após ouvir o choro

Por Redação 03/08/2026 14h02
Mãe deixa bebê trancada em carro para ir a baile funk e acaba presa
Bebê foi encontrada presa à cadeirinha no banco traseiro de um carro trancado - Foto: Google Street View

Uma bebê de apenas 6 meses foi resgatada na noite de sábado (1º) após ser encontrada sozinha dentro de um carro trancado no bairro Jardim Teresópolis, em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Segundo a Polícia Militar, a mãe da criança, de 24 anos, e o padrasto, de 38, haviam deixado o veículo para participar de um baile funk e acabaram presos em flagrante.

A ocorrência começou quando uma mulher que passava pela região foi alertada por uma criança sobre o choro vindo de um carro estacionado. Ao se aproximar, ela encontrou a bebê presa à cadeirinha no banco traseiro, dentro do veículo fechado e sem ventilação.

Diante da situação, a testemunha quebrou um dos vidros para retirar a criança e acionou a Polícia Militar.

De acordo com o boletim de ocorrência, a mãe e o padrasto apareceram cerca de 40 minutos após o resgate. Aos policiais, os dois admitiram que haviam deixado a bebê sozinha no carro para participar do baile realizado na Avenida Duque de Caxias.

Segundo a PM, o padrasto afirmou que chegou a sugerir que a criança não permanecesse no veículo, mas não impediu a decisão da companheira. Já a mãe alegou que pretendia voltar poucos minutos depois para buscar a filha.

Durante a ocorrência, os militares encontraram na mochila da bebê um recipiente contendo uma pequena porção de maconha. Também foi localizado um maço de seda no assoalho traseiro do carro. Conforme o registro policial, a mãe assumiu ser a proprietária do material.

O Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o caso. A criança ficou sob os cuidados de uma prima do pai biológico, enquanto o veículo foi entregue ao irmão do proprietário.

A mãe e o padrasto foram presos em flagrante e encaminhados à delegacia da Polícia Civil. O g1 informou que procurou a Polícia Civil e o Conselho Tutelar para comentar o caso e aguardava retorno até a publicação da reportagem.