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Rope jump: polícia identifica suspeito que retirou GoPro de jovem morta em salto
Câmera é peça-chave para investigação, mas ainda não foi localizada
A Polícia Civil identificou João Antônio Pivetta Ribeiro da Silva como responsável por retirar a câmera GoPro que estava acoplada ao braço de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morta durante um salto de rope jump na Ponte do Esqueleto, entre Limeira e Cordeirópolis, interior de São Paulo.
Maria Eduarda caiu de cerca de 40 metros no último dia 13 e morreu no local. A câmera, considerada essencial para esclarecer a dinâmica do acidente, ainda não foi encontrada.
João Antônio, junto com Gabriel Barros Martins e Evelyne dos Santos Gonçalves, foi preso temporariamente no sábado (20). A polícia pediu a prorrogação das prisões para 30 dias. Segundo as investigações, eles faziam parte do grupo “Entre Cordas”, organizador do evento.
Além de homicídio com dolo eventual, os envolvidos também são investigados por fraude processual, já que há indícios de exclusão de conteúdos digitais relevantes para o caso. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos nos endereços dos suspeitos, mas o equipamento não foi localizado.
Após a tragédia, autoridades discutem medidas para impedir novos acessos à Ponte do Esqueleto, incluindo a possibilidade de demolição da estrutura.
Maria Eduarda, moradora de Jandira, na Grande São Paulo, era formada em Educação Física e trabalhava em uma academia. Pouco antes do salto, ela chegou a publicar fotos da ponte em suas redes sociais.


