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Psiquiatra afirma que Jairinho tinha prazer em causar dor a crianças
Depoimento foi dado no júri da morte de Henry Borel
No terceiro dia de julgamento pela morte do menino Henry Borel, o psiquiatra Rafael Bernardon prestou depoimento como testemunha de acusação e apontou que o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho, apresentava um padrão de comportamento marcado pelo prazer em infligir dor em crianças.
O júri acontece no 2º Tribunal do Júri da Capital, no Rio de Janeiro, e também julga Monique Medeiros, mãe da vítima. Nos dias anteriores, já haviam sido ouvidos os delegados Henrique Damasceno e Ana Carolina Lemos, responsáveis pela investigação.
Segundo Bernardon, sua análise buscou identificar traços de personalidade e padrões de conduta dos réus para auxiliar o Conselho de Sentença. “Há um padrão repetitivo de abuso infantil por parte do réu”, declarou o psiquiatra.
O julgamento segue com a oitiva de testemunhas e a expectativa é de que o processo avance com novos depoimentos até a fase das alegações finais.


