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Quem é o ex-BBB que está foragido por participar dos atos golpistas em Brasília

Mandado de prisão preventiva segue em aberto e ex-participante afirma estar fora do Brasil

Por Redação* 28/01/2026 09h09 - Atualizado em 28/01/2026 09h09
Quem é o ex-BBB que está foragido por participar dos atos golpistas em Brasília
Adriano Castro: ex-BBB do primeiro reality segue foragido por envolvimento no 8 de janeiro - Foto: Reprodução

Conhecido do público por sua participação no Big Brother Brasil 1, Adriano Castro voltou ao noticiário por estar foragido da Justiça, investigado por envolvimento nos atos antidemocráticos registrados em Brasília em 8 de janeiro de 2023. Artista plástico, ele ganhou projeção nacional ao integrar a primeira edição do reality e ficou marcado por conflitos internos, sendo o sexto eliminado do programa.

Em julho de 2023, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), expediu mandado de prisão preventiva contra Adriano Castro, que segue sem cumprimento. A decisão integra um conjunto de medidas relacionadas à apuração da participação de investigados nos ataques às sedes dos Três Poderes. No despacho, o ministro apontou risco à ordem pública como fundamento para a prisão.

Atualmente com 57 anos, Adriano mantém atuação ativa nas redes sociais sob o nome “Didi Red Pill”. Ele administra um canal no YouTube com centenas de milhares de inscritos, no qual publica conteúdos sobre política e manifesta apoio a pautas conservadoras e ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Paradeiro no exterior


Após os acontecimentos de janeiro de 2023, Adriano deixou o Brasil. Segundo relatos feitos por ele próprio em transmissões online, o trajeto incluiu passagens por países da América do Sul, América Central e Europa, até a chegada à Polônia. Em vídeos publicados em seu canal, o ex-BBB afirma ter obtido asilo político no país europeu, informação que não consta em registros oficiais divulgados pelas autoridades brasileiras.

Enquanto o mandado de prisão permanece válido, Adriano Castro continua fora do território nacional e segue produzindo conteúdo nas redes sociais, mesmo figurando na lista de investigados pelos atos golpistas.

Com agências.