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Hemoal realiza coleta de sangue e cadastro de medula óssea em Maceió
Para doar sangue, é necessário estar em boas condições de saúde, ter entre 16 e 69 anos (doadores regulares podem doar após os 70 anos), pesar no mínimo 50 quilos e apresentar um documento oficial de identificação com foto
O Hemocentro de Alagoas (Hemoal) promove nesta terça-feira (27) uma coleta externa de sangue e cadastro para doação de medula óssea em Maceió. As atividades serão realizadas no Centro Universitário Mário Pontes Jucá, localizado no bairro Serraria, das 8h às 16h.
A iniciativa é aberta tanto à comunidade universitária quanto ao público externo interessado em participar dos gestos voluntários. A ação faz parte do projeto de descentralização das campanhas de captação de doadores, promovidas semanalmente pelo Hemoal em diferentes pontos da cidade.
Para doar sangue, é necessário estar em boas condições de saúde, ter entre 16 e 69 anos (doadores regulares podem doar após os 70 anos), pesar no mínimo 50 quilos e apresentar um documento oficial de identificação com foto — físico ou digital, pelo aplicativo e-Gov.
Não podem doar sangue pessoas diagnosticadas com doença de Chagas, Aids, sífilis ou hepatite após os 11 anos de idade. Mulheres podem doar normalmente, desde que não estejam grávidas ou amamentando.
Os voluntários devem estar alimentados, evitando alimentos gordurosos, e não consumir bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores à doação. Também é recomendado ter dormido pelo menos seis horas na noite anterior. Pessoas que fizeram tatuagem, micropigmentação ou colocaram piercing podem doar sangue após quatro meses.
Cadastro para doação de medula óssea
Para se cadastrar como doador de medula óssea, é necessário ter entre 18 e 35 anos, não possuir histórico de câncer hematológico ou doença autoimune, e apresentar documento de identificação com foto, comprovante de residência e Cartão SUS. O voluntário também precisa doar 5 ml de sangue para análise genética.
No ato do cadastro, o voluntário preenche um formulário com dados pessoais. O material genético coletado será cruzado com informações do Registro Nacional de Receptores de Medula Óssea (Rereme), para verificar compatibilidade com pacientes que aguardam transplante.

