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Polícia arquiva caso de desaparecimento da ex-mulher de Goleiro Bruno

Polícia Civil concluiu que não houve indícios de crime no desaparecimento. Dayanne Rodrigues permanece hospitalizada após ser encontrada.

Por Redação 09/07/2026 14h02
Polícia arquiva caso de desaparecimento da ex-mulher de Goleiro Bruno
Dayanne Rodrigues do Carmo permanece internada no Hospital João XXIII, em Belo Horizonte. - Foto: Reprodução

Dayanne Rodrigues do Carmo, de 39 anos, ex-mulher do goleiro Bruno Fernandes, continua internada no Hospital João XXIII, em Belo Horizonte, após ter sido encontrada no último sábado (4). Enquanto ela segue em recuperação, a Polícia Civil de Minas Gerais informou que arquivou a investigação sobre seu desaparecimento por concluir que não houve indícios de crime.

Dayanne havia sido dada como desaparecida na quinta-feira (2). Segundo informações apuradas pela reportagem de O TEMPO, ela foi levada inicialmente para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Santa Terezinha e, em seguida, transferida em estado grave para o Hospital João XXIII.


Ela chegou à unidade acompanhada por uma das filhas que teve com o ex-goleiro Bruno Fernandes e foi encaminhada diretamente ao Centro de Terapia Intensiva (CTI). Nas últimas horas, apresentou melhora clínica, foi extubada e transferida para o quarto andar do hospital, setor destinado a pacientes classificados como graves.


Antes de desaparecer, Dayanne deixou cartas escritas à mão em casa. Conforme os relatos, o marido encontrou ainda mensagens no celular dela envolvendo cobranças de pessoas apontadas como agiotas.


Em um dos textos, ela relatou estar sendo ameaçada e fez um apelo para que seus familiares fossem protegidos.


"Eu peço socorro pelos meus filhos, familiares, pelo meu companheiro Samuel. Estou sofrendo ameaças de agiotas, está tudo no meu telefone."


Em outro trecho, a mulher escreveu:


"Por essas ameaças, hoje eu estou perdendo a minha vida, mas peço que zelem pela vida dos que estão ficando aqui."


Segundo uma fonte ouvida pela reportagem, Dayanne foi internada após uma tentativa de suicídio por ingestão de medicamentos.


Em nota, a Polícia Civil de Minas Gerais informou que as diligências realizadas durante a investigação apontaram que o desaparecimento ocorreu de forma voluntária e que não foram encontrados elementos que indiquem a prática de crime.


Diante dessa conclusão, o procedimento foi arquivado.