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Reeducandos produzem troféus do Prêmio Selma Britto em AL
Peças são confeccionadas pela Fábrica de Esperança e destacam ressocialização no sistema prisional
Os troféus da 11ª edição do Prêmio Selma Britto estão sendo produzidos por reeducandos do sistema prisional de Alagoas. A iniciativa é conduzida pela Secretaria de Ressocialização e Inclusão Social, por meio da Fábrica de Esperança, projeto voltado à capacitação profissional e reintegração social de pessoas privadas de liberdade.
A premiação ocorre nesta quinta-feira (16), às 20h, no Hotel Jatiúca, reunindo personalidades e instituições que contribuem para o desenvolvimento do estado em áreas como cultura, saúde, gestão pública e empreendedorismo.
Reconhecida como referência em ressocialização produtiva, a Fábrica de Esperança utiliza o trabalho artesanal como ferramenta de geração de renda, qualificação e reconstrução de trajetórias.
“A Seris, através do seu trabalho artesanal, realizado por reeducandos, está produzindo os troféus do evento. É uma honra para nós apresentarmos mais uma vez o talento desses artesãos”, afirmou Samara Veluma Lopes de Oliveira Veras, gerente de trabalho, renda e assistência social da Seris.
A produção dos troféus ganha significado adicional por homenagear Selma Britto, que apoia projetos sociais, como o “Musicalizando Vidas”, voltado à transformação de pessoas privadas de liberdade por meio da música.
Segundo o supervisor de Produção Laborterapia da Seris, Maciel Pedrosa, a participação no evento reforça o impacto das políticas públicas de ressocialização.
“A trajetória da Fábrica de Esperança mostra que política pública bem estruturada gera impacto real. Ao marcar presença em eventos locais e nacionais, o projeto prova sua excelência e coloca Alagoas como referência em ressocialização”, destacou.
*Com informações da Ascom Seris

