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Ecobarreira é vandalizada três dias após instalação no Vale do Reginaldo
Técnicos constataram a ausência de duas bombonas plásticas e cordas utilizadas na montagem do equipamento
Uma ocorrência lamentável foi registrada pela Autarquia Municipal de Desenvolvimento Sustentável e Limpeza Urbana (Alurb) na tarde desta terça-feira (10). Apenas três dias após a conclusão da instalação das chamadas ecobarreiras, um dos equipamentos foi alvo de vandalismo.
De acordo com o órgão, uma equipe técnica constatou que a ecobarreira instalada no Vale do Reginaldo teve duas bombonas e cordas furtadas por populares, o que comprometeu a estabilidade e o funcionamento da estrutura.
Ao todo, quatro ecobarreiras foram instaladas nos canais do Sapo e Gulandi, além de dois pontos do Riacho Salgadinho, na região do Vale do Reginaldo. O trabalho de implantação começou na quinta-feira (5) e foi concluído no sábado (7).
As ecobarreiras são estruturas flutuantes posicionadas ao longo do curso d’água, formando uma espécie de cinturão de proteção capaz de reter resíduos sólidos antes que avancem pelos riachos. A iniciativa tem como objetivo reduzir a poluição e contribuir para a melhoria ambiental da região.
O diretor-presidente da Alurb, Moacir Teófilo, lamentou o ocorrido e destacou a importância da colaboração da população para a preservação das estruturas.
“É uma pena que, em tão pouco tempo, uma iniciativa como essa já tenha sido alvo de vandalismo. Precisamos de um trabalho conjunto entre população e poder público, pois não adianta apenas um lado fazer a sua parte. Atitudes como essa prejudicam toda a sociedade”, afirmou.
A Alurb informou que irá realizar a manutenção do equipamento para restabelecer seu pleno funcionamento. O órgão também destacou que o vandalismo é considerado crime, conforme prevê o artigo 163 do Código Penal Brasileiro, e que medidas cabíveis poderão ser adotadas.
*Com informações da Ascom Alurb


