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Professora de dança é seguida por segurança e denuncia racismo em loja de shopping de Maceió
A vítima afirmou, durante registro do B.O, que percebeu uma movimentação acintosa segurança do estabelecimento
Na última quarta-feira (10), a professora de dança Everlane Morais registrou um Boletim de Ocorrência, junto aos integrantes do núcleo de advocacia racial do Instituto do Negro de Alagoas (INEG/AL), Jerônimo Silva, Ronaldo Cardoso, Pedro Gomes e Wilton Melo e Denis Angola, após a vítima alegar ter sofrido racismo em Maceió.
De acordo com a publicação do INEG/AL no Instagram, a vítima teria sido seguida continuamente por um segurança de uma loja do shopping localizado na parte alta da capital alagoana. A movimentação chamou a atenção de Everlane e de outros clientes.
Após a situação, a vítima e a delegação do INEG foram recebidas pela delegada Rebeca Cordeiro, da Delegacia Tia Marcelina -especializada em crimes contra minorias em Maceió - que recebeu a denúncia e iniciou as diligências cabíveis, dentre elas a solicitação das imagens das câmeras da loja.
"O Instituto do Negro de Alagoas permanecerá atento e diligente na apuração deste e de outros casos possam vir a serem denunciados contra a loja, visto que nas redes sociais há diversos relatos de comportamentos semelhantes por parte da segurança da loja contra pessoas negras", publicou o Instituto em suas redes sociais.
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