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Escolas estaduais conquistam 54 medalhas na Olimpíada Alagoana de Química

Foram 47 medalhas a mais do que em 2020, rede teve ainda alunos classificados para as olimpíadas Brasileira e Norte-Nordeste de Química

Por Governo de Alagoas 30/11/2021 11h11
Escolas estaduais conquistam 54 medalhas na Olimpíada Alagoana de Química
Na edição 2021, foram 54 medalhas, 47 a mais do que em 2020 - Foto: Reprodução

A rede estadual de ensino conquistou, este ano, o seu melhor desempenho na Olimpíada Alagoana de Química. Na edição 2021, foram 54 medalhas, 47 a mais do que em 2020, quando as unidades contabilizaram sete medalhas. Além disso, a rede obteve 242 Menções Honrosas na competição – 200 a mais do que em 2020. As premiações contemplam alunos do 9º ano do ensino fundamental e 1ª série do ensino médio (Modalidade A); 2ª série do ensino médio (Modalidade B) e 3ª série do ensino médio (Modalidade C).

Destas 54 medalhas, 4 foram de ouro, 11 de prata e 39 de bronze. Foram premiados com medalhas os alunos do Colégio da Polícia Militar Tiradentes (CPM) – unidades Capital e Agreste - e das escolas estaduais Manoel de Matos (Santana do Mundaú), Odete Bonfim (Maribondo), Edleuza de Oliveira (São Miguel dos Campos), Guedes de Miranda (Porto Calvo), Aristheu de Andrade (Colônia Leopoldina), Benedita Rufino de Chagas Coelho (Murici), Djalma Barros Siqueira (Coruripe), Sebastião Felix de Carvalho (Barra de Santo Antônio) e Deodoro da Fonseca (Marechal Deodoro).

Medalhistas de ouro pelo CPM Agreste, Clarice Vitória Pereira e Ruan Tavares se dizem felizes com o desempenho na olimpíada e agradecem o apoio de sua professora Wize. “Não imaginava que seria medalhista de ouro, mas, quando vi o resultado, eu me senti orgulhosa, pois ele é fruto do esforço conjunto nosso e da escola”, afirma Clarice.

“O ouro foi um importante reconhecimento do nosso esforço e dedicação e só tenho a agradecer à professora Wize pelo incentivo e aprendizado”, complementa Ruan.

Professor na Escola Estadual Manoel de Matos, Nadelson Ferreira motivou seus alunos para participarem da competição mostrando que a olimpíada os prepararia também para outras provas.

“Passei de sala em sala, em especial nas turmas de 3ª série, incentivando-os a participar da prova porque esta propiciaria uma oportunidade de treinar para o Enem e verificar seus conhecimentos e habilidades. Fora que uma medalha em uma competição deste nível fortalece a autoestima do jovem”, pontua Nadelson.

Dentre as Menções Honrosas, além das instituições acima citadas, premiações para as escolas estaduais Padre Teófanes (São José da Laje), Delmo Ferreira (Jundiá), Princesa Isabel (Maceió), Margarida Pugliesi (São Luís do Quitunde), Claudizete Lima Eleutério (Rio Largo) e Theonilo Gama.

Além disso, a rede estadual teve 48 destes estudantes classificados para as edições 2022 da Olimpíada Brasileira de Química (OBQ) e Olimpíada Norte-Nordeste de Química (ONNeQ).

Dentre os destaques da competição estão o Colégio Tiradentes, Unidade Agreste, com 19 medalhas (2 ouros, 6 pratas e 11 bronzes), e as escolas estaduais Manoel de Matos (11 medalhas, sendo 1 ouro, 2 pratas e 8 bronzes) e Odete Bonfim ( 8 medalhas, das quais 1 prata e 7 bronzes).

Segundo dados da organização da OALQ, as provas foram aplicadas para 1.909 estudantes de 59 escolas – 23 da rede privada e 36 da rede pública (27 estaduais, 1 municipal e 8 federais) – em 23 municípios.