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Cineasta alagoano, Pedro da Rocha, morre devido à complicações causadas pela Covid-19
Considerado um pioneiro do audiovisual alagoano, Pedro da Rocha deixa um legado de mais de 20 obras
O cineasta alagoano Pedro da Rocha morreu em Maceió, aos 64 anos, em decorrência de complicações da Covid-19. O sepultamento do cineasta ocorreu nesse sábado (25), no Parque das Flores, na parte alta da capital alagoana.
Nas redes sociais, o cineasta recebeu homenagens de fãs, amigos e outras figuras públicas. O governador de Alagoas, Renan Filho (MDB-AL), foi um deles.
"O cineasta Pedro da Rocha nos deixou, numa grande perda para Alagoas. Aos familiares, amigos e admiradores, meus sentimentos e minha solidariedade. Estou ciente que ele tem pelo menos dois filmes em conclusão", lamenta o governador.
Renan Filho também disse que o governo de Alagoas se coloca a disposição para ajudar na finalização desses trabalhos ainda não concluídos do alagoano, além da preservação de suas obras.
"O governo do Estado se coloca à disposição para ajudar na finalização desses trabalhos, assim como para a conservação de sua obra.", conclui Renan Filho.
Um sobre o Centenário da Academia Alagoana de Letras e outro sobre o famoso conflito na ALE em 1957, e o governo do Estado se coloca à disposição para ajudar na finalização desses trabalhos, assim como para a conservação de sua obra. [2/2]
— Renan Filho (@RenanFilho_) September 25, 2021
Pedro da Rocha deixou um acervo de mais de 20 filmes, dentre eles, se destacam títulos como: “A Risonha Morte de Tião das Vacas” (fic, 13 min., 2005), “Desalmada e Atrevida” (fic, 26 min, 2007), “O Santo Guerreiro do Povo” (doc., 26 min., 2007), “Sol Encarnado” (fic, 17 min, 2012) e “Memórias de uma Saga Caeté” (doc., 20 min, 2012), entre outros.


