Geral
Rodoviários decidem hoje (15) se aceitam nova proposta do MPT
Nova audiência está marcada para às 15h, por videoconferência
O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários (Sinttro/AL) deve anunciar nesta quinta-feira (15), em nova audiência virtual realizada pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT), se aceita a proposta sugerida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) para o pagamento do tíquete alimentação da categoria. Os órgãos propõem que os rodoviários e categoria econômica cheguem a um acordo para solucionar o pagamento do benefício e evitar uma greve no transporte coletivo de Maceió.
Em audiência realizada na tarde da última terça-feira (13), e o procurador-chefe do MPT em Alagoas, Rafael Gazzaneo, sugeriu que o valor do tíquete-alimentação fosse reduzido para R$ 350 no período de janeiro a dezembro deste ano, mas com retorno a R$ 500,00 em janeiro de 2022.
Ainda de acordo com a proposta, os rodoviários não renunciariam a dois reajustes salariais pendentes – um reajuste referente ao período de março de 2019 a fevereiro deste ano, e outro de março deste ano a fevereiro de 2022 - e voltariam a discutir a correção do salário em março de 2022, em um novo acordo. O reajuste seria definido com base na correção do IPCA.
Em outro encontro realizado pelo TRT, o desembargador João Leite apresentou a proposta de diminuir o valor do tíquete para R$ 400,00 e, no mês de setembro, às partes voltariam a discutir a possibilidade de recomposição gradativa para R$ 500,00 ou até mesmo sua manutenção em R$ 400,00. Os trabalhadores chegaram a aceitar a proposta, após assembleia, mas o Sindicato das Empresas de Transporte Urbano de Passageiros (Sinturb/Mac) alegou não ter condições de cumprir os termos propostos.
Já a proposta apresentada pelo Sinturb foi de reduzir o valor do vale-alimentação para R$ 200,00 e retornar ao normal no momento que o sistema de transporte público reaver a quantidade de 5 milhões de passageiros registrada em dezembro de 2019, bem como dividir em dez vezes o débito referente ao repasse do pagamento do plano de saúde. O sindicato patronal abriu mão de assumir a administração do Plano.
O Ministério Público do Trabalho acompanhará a audiência de quinta-feira, marcada para às 15h, por videoconferência. Caso as partes não cheguem a um acordo, o TRT fará a instrução do processo, com a apresentação de defesa pelas partes e abertura de vista ao MPT, e o posterior julgamento do dissídio de greve.
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