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Bom senso evitou medidas mais duras na economia de AL, diz secretário

Governo deu um prazo de 15 dias para as empresas organizarem seu funcionamento

Por Redação com Blog do Edivaldo Júnior 17/03/2021 10h10
Bom senso evitou medidas mais duras na economia de AL, diz secretário
Foto: Redes Sociais

Devido ao aumento no número de casos da Covid-19 em Alagoas, o governo do Estado optou por regredir para a fase vermelha, permitindo comércio aberto e aulas em formato híbrido. O novo decreto começa a vigorar a partir desta próxima sexta-feira (19).

Segundo informações veiculadas no Blog do jornalista Edivaldo Júnior, o ajuste no plano de distanciamento social controlado de Alagoas, foi apontado como um “equilíbrio” entre a necessidade de salvar vidas, sem “matar” a economia, pelo secretário Rafael Brito, de Desenvolvimento Econômico e Turismo.

“Na guerra entre saúde e economia, venceu o bom senso”, resume o secretário, que defendeu internamente um modelo que permitisse o funcionamento da maioria dos setores econômicos, mesmo com a adoção da fase vermelha.

“Medidas duras, mas extremamente necessárias. O mundo todo que prezou pela vida foi por esse caminho. Ninguém gostaria de estar aqui dando esse tipo de notícia ou fazendo esse tipo de declaração. Buscamos equilíbrio ao máximo em manter segmentos econômicos ainda funcionando. Precisamos de vacinação em massa para sair dessa crise, a sociedade deve cobrar a quem de direito a vacina o mais rápido possível. Só assim sairemos dessa loucura que tem afetado toda a humanidade”, reforça Brito.

Novo ritmo

Em relação a decretos anteriores, a maior surpresa foi o “tempo” que o governo deu para todos os setores atingidos pelas medidas restritivas se adaptarem às mudanças. Continua como está até sexta-feira. As empresas terão até lá para organizar seu funcionamento pelos próximos 15 dias, pelo menos.

O cenário de endurecimento do plano de distanciamento social controlado em Alagoas deve ser mantido até 15 de abril. Tudo aponta para um quadro difícil na saúde, com possibilidade de colapso nas redes pública e privada se a velocidade de contágio continuar como está hoje.