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Ex-genro de Ana Maria Braga relata prisão e afastamento dos filhos

Professor de ioga afirma estar afastado dos filhos há dois meses por decisão judicial

Por Redação 27/07/2026 15h03
Ex-genro de Ana Maria Braga relata prisão e afastamento dos filhos
Badarik Gonzalez utilizou as redes sociais para comentar o andamento do processo - Foto: Reprodução

O professor de ioga Badarik Gonzalez, ex-genro de Ana Maria Braga, afirmou estar impedido de se aproximar dos dois filhos que tem com Mariana Maffeis após uma medida protetiva solicitada pela empresária. Segundo ele, a restrição judicial está em vigor há cerca de dois meses.

Em uma live nas redes sociais, Badarik Gonzalez comentou a decisão judicial que o impede de manter contato com os filhos e lamentou a forma como o caso vem sendo conduzido pelas autoridades.

O colombiano revelou que chegou a ser preso durante o processo, mas posteriormente foi liberado.

"Fiquei preso, e não saí por fiança. O consulado da Colômbia que me soltou. Podem procurar, não tenho antecedentes criminais em nenhum lugar do mundo."

Segundo Badarik, ele ainda não conseguiu analisar integralmente o conteúdo do processo judicial.

"O processo tem 66 folhas, nem consegui ler por completo minhas acusações. Não aguento."

O professor de ioga também afirmou que as investigações não tiveram avanços significativos desde que as medidas foram determinadas.

"Tem dois meses que as investigações não andam, porque essas acusações são inventadas."

Ao anunciar a separação em um vídeo publicado no YouTube, Mariana Maffeis afirmou que o término do relacionamento foi motivado pela falta de diálogo e por situações que ocorreram dentro e fora do ambiente familiar.

"Se apresentaram também situações fora da minha casa. Eu, infelizmente, tive que ouvir mais de 10, 15 relatos de coisas, enfim..."

Desde que a separação se tornou pública, Badarik tem negado as acusações que, segundo ele, foram repassadas à ex-esposa por terceiros.

"Disseram que aprontei com outras pessoas, fui violento, corri atrás delas com uma faca... (Mariana ouviu) de pessoas que ela não conhece."

Badarik também comentou o impacto emocional provocado pelo afastamento dos filhos, afirmando que sempre participou ativamente da criação das crianças.

"Sempre fui um pai presente. Não posso ficar perto por mais de 100 metros, ou posso ir preso. Queria ligar para os meus filhos."

O colombiano questionou a decisão judicial e declarou que pretende aguardar o andamento do processo para voltar a conviver com as crianças.

"Tudo bem, terei o resto da vida para ficar ao lado deles."

Até o momento, a medida protetiva permanece em vigor, e o caso segue sob análise da Justiça.